Centro-Oeste
Candangolândia terá nova unidade do CAPSi
A região da Candangolândia está avançando para melhorar o cuidado com a saúde mental das crianças e jovens. Foi confirmado que um terreno entre as Quadras 2 e 4 será destinado para a construção de um Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSi). Essa unidade atenderá moradores da região e cidades próximas.
Marcos Paulo, administrador da Candangolândia, explicou que essa conquista foi resultado do esforço conjunto de várias pessoas e setores do governo. A construção ainda está em processo, mas o terreno já foi garantido.
Luiz Edgar, conselheiro tutelar, destacou a importância do novo CAPSi para a região e cidades vizinhas como Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo 1 e 2, Guará, Estrutural, SIA, Park Way e Cidade do Automóvel, que também serão beneficiadas.
Ele ressaltou que “inclusão sem terapia é abandono”, mostrando a relevância do centro. O CAPSi oferece atendimento a crianças e adolescentes com transtornos mentais graves e persistentes ou problemas causados pelo uso de substâncias psicoativas. No Distrito Federal, atualmente, existem quatro unidades do CAPSi localizadas na Asa Norte, Taguatinga, Recanto das Emas e Sobradinho.
A Secretaria de Saúde do DF informa que a saúde mental é uma prioridade na gestão atual. A Rede de Atenção Psicossocial conta com 18 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) de diferentes modalidades, organizados conforme as necessidades populacionais e regiões de saúde.
Demanda na região
Marcos Paulo explicou que a ideia de construir o CAPSi veio da população e conselheiros tutelares. A administração regional sugeriu algumas áreas para a Secretaria de Saúde, escolhendo a melhor localização perto de escolas e pontos de ônibus, facilitando o acesso.
Ronan Araújo, superintendente de saúde da região Centro-Sul, comentou que a falta desse serviço na área tem causado um aumento nos casos de sofrimento mental entre crianças e adolescentes. Com o centro, será possível oferecer atendimento especializado e multidisciplinar para ajudar na recuperação e integração desses jovens na sociedade.
Agora que o terreno está destinado, o processo segue com a Secretaria de Saúde do DF. Quanto ao prazo para construção, a secretaria não informou. Marcos Paulo acrescentou que o foco agora é conscientizar os moradores sobre a importância dessa nova unidade para a cidade.

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