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CGU alerta: Se houver corrupção no Banco Master, processo anticorrupção será aberto

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O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius de Carvalho, declarou nesta quinta-feira, 12, que a CGU está monitorando e supervisionando a investigação interna do Banco Central sobre o caso Master. Além disso, a CGU pode entrar com ações legais se for comprovado que o banco corrompeu algum servidor público.

Vinicius de Carvalho participou do programa “Bom dia, ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), onde destacou que o Banco Central abriu uma sindicância para apurar a conduta dos servidores, incluindo ex-diretores. Essa sindicância pode resultar em processo disciplinar e punições como a demissão dos envolvidos. A CGU tem a função de acompanhar e supervisionar esse processo.

O ministro também comentou que o país vem enfrentando grandes fraudes, porém o governo está intensificando o combate a esses crimes. Em relação aos investimentos de fundos de previdência municipais e estaduais no Banco Master, ele afirmou que esses casos abrem espaço para a criação de novas regras para prevenir fraudes.

Ele acrescentou que, se houver qualquer evidência de que o Banco Master tenha oferecido propina a algum servidor público federal, corrompido pessoas ou fraudado processos de fiscalização além do Banco Central, a CGU poderá abrir processos baseados na lei anticorrupção.

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