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Cinco funcionários públicos investigados por incêndio fatal em bar suíço

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A investigação sobre o incêndio no bar que resultou na morte de 41 pessoas e deixou 115 feridos durante as comemorações de Ano-Novo em Crans-Montana, na Suíça, foi ampliada para incluir cinco funcionários públicos municipais, entre atuais e ex-membros.

Os advogados das famílias das vítimas vinham solicitando a inclusão destes funcionários na investigação desde que a prefeitura reconheceu que não realizava fiscalizações contra incêndios no local desde 2019.

Nesta segunda-feira, o Ministério Público do Cantão de Valais confirmou a acusação contra esses funcionários. Entre eles está o prefeito Nicolas Féraud, um ex-vereador, além de membros atuais e antigos da equipe de segurança, conforme informou uma fonte próxima ao caso à AFP, confirmando notícias divulgadas na imprensa suíça e italiana.

A apuração por “incêndio, homicídio e lesão corporal culposos” agora envolve nove pessoas, visto que os donos do bar, os franceses Jacques e Jessica Moretti, já estão sendo processados, assim como o chefe de segurança de Crans-Montana e seu predecessor.

Os novos acusados, juntamente com Jacques Moretti, prestarão depoimento entre os dias 7 e 15 de abril, informou uma fonte próxima ao processo.

Na madrugada do Ano-Novo, um fogo destruiu o Le Constellation enquanto muitos clientes, principalmente jovens, comemoravam. As investigações iniciais indicam que o incêndio foi provocado por sinalizadores que pegaram fogo na espuma acústica do teto no porão do local.

Até o final de fevereiro, 58 pessoas ainda estavam hospitalizadas na Suíça e em outros países devido aos ferimentos causados pelo evento.

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