Economia
CNU chama 712 candidatos para etapa de investigação social
Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) convocou nesta terça-feira (17) os aprovados no Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) 2025 para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD) para participarem da fase de Investigação Social e Funcional.
O Edital de Convocação nº 85/2026, publicado no Diário Oficial da União, lista 712 candidatos habilitados para o cargo, incluindo vagas imediatas e lista de espera.
A etapa de Investigação Social e Funcional é eliminatória e visa garantir que os candidatos preencham os requisitos necessários para o cargo.
Ficha de Informações Pessoais
Os convocados devem preencher a Ficha de Informações Pessoais (FIP) via sistema próprio, acessível com login da conta Gov.br, entre 17 e 24 de março.
Documentos exigidos para envio incluem identidade federal e estadual/distrital, certidões criminais, comprovantes de residência e vínculos profissionais dos últimos cinco anos, além do comprovante de escolaridade.
O edital permite complementação da ficha por entrevistas e consultas a bancos oficiais.
Cronograma
Após o preenchimento da FIP, a Investigação Social contará com apoio da Polícia Federal, ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, podendo incluir levantamentos sociais e funcionais.
O resultado preliminar será divulgado em 22 de maio classificando os candidatos como “apto” ou “inapto”.
Recursos contra resultados preliminares podem ser apresentados de 25 a 29 de maio.
O resultado definitivo será publicado em 9 de junho.
O Cargo
O cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD) foi criado em junho de 2025 e este é o primeiro concurso que oferece vagas para ele, integrando o bloco 7 do certame de Justiça e Defesa.
Os profissionais atuarão no Ministério da Gestão, com 250 vagas distribuídas em órgãos ligados à formulação, implementação e avaliação de políticas públicas nas áreas de Justiça, cidadania, defesa nacional, segurança pública e proteção de direitos.
As principais funções do cargo incluem assistência técnica ao planejamento, coordenação e supervisão de projetos; análise de dados para melhorar políticas públicas; e apoio na definição de estratégias para controle e avaliação das políticas de justiça, defesa e segurança.
Segundo o MGI, a carreira foi desenhada para atrair profissionais técnicos com visão integrada, capazes de atuar em temas intersetoriais de diferentes órgãos públicos.

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