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Confiança do consumidor cresce em março, alcançando 88,1 pontos

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O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) apresentou um aumento de 2,0 pontos em março em relação a fevereiro, atingindo 88,1 pontos na série com ajuste sazonal, conforme comunicado divulgado nesta quarta-feira, dia 25, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Este resultado interrompeu uma sequência de dois meses de queda.

Na análise das médias móveis trimestrais, o índice registrou uma leve redução de 0,3 ponto.

“A elevação da confiança em março foi motivada pela melhora das expectativas para os próximos meses e foi percebida em todas as faixas de renda, com exceção dos consumidores com renda acima de R$ 9.600,00. Entre os aspectos avaliados, o indicador que analisa a percepção financeira das famílias para o futuro foi o que mais contribuiu para o resultado geral, refletindo uma diminuição do pessimismo em relação às finanças pessoais”, comentou Anna Carolina Gouveia, economista do Ibre/FGV, em comunicado oficial.

Em março, o Índice de Situação Atual (ISA) teve uma leve queda de 0,3 ponto, situando-se em 83,2 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) subiu 3,4 pontos, alcançando 92,1 pontos.

“Fatores como a manutenção do emprego e da renda, o controle da inflação e a recente redução das taxas de juros parecem ter contribuído positivamente para a visão otimista dos consumidores em relação ao futuro”, acrescentou Gouveia.

Dentro do IE, o índice que mede a situação econômica local futura cresceu 1,8 ponto, chegando a 105,5 pontos; o indicador referente à situação financeira futura das famílias subiu 6,5 pontos, alcançando 89,4 pontos; e o indicador relacionado às intenções de compra de bens duráveis evoluiu 1,1 ponto, totalizando 82,8 pontos.

No ISA, a percepção sobre a situação econômica local atual teve queda de 1,4 ponto, chegando a 94,7 pontos, enquanto a avaliação da situação financeira atual das famílias teve um aumento de 0,8 ponto, atingindo 72,1 pontos.

Considerando as faixas de renda, o ICC das famílias com rendimento até R$ 2.100 subiu 5,4 pontos, para 85,3 pontos. Na faixa de R$ 2.100,01 a R$ 4.800, registrou-se alta de 3,5 pontos, totalizando 86,6 pontos. Para aqueles que recebem entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600 mensais, o índice subiu 2,8 pontos, alcançando 87,7 pontos. Em contrapartida, os consumidores com renda superior a R$ 9.600 tiveram uma redução de 3,9 pontos na confiança, ficando em 92,2 pontos.

A pesquisa referente ao mês de março foi realizada no período entre os dias 1º e 20.

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