Mundo
Conflitos recentes no Oriente Médio
Irã reafirmou ameaças contra instalações energéticas na região, declarando que poderá destruir infraestruturas vitais caso sofra novos ataques.
O grupo libanês pró-Irã, Hezbollah, confirmou que enfrenta o avanço contínuo do Exército israelense no sul do Líbano, o qual destrói vilarejos sistematicamente ao progredir lentamente.
O ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr al-Busaidi, criticou os Estados Unidos pelo conflito com o Irã, chamando de ataque ilegal a ofensiva conjunta contra o país, apesar da possibilidade de um acordo pacífico.
O Ministério da Saúde confirmou a morte de quatro mulheres na Cisjordânia, vítimas de fragmentos de míssil iraniano, incluindo uma gestante de seis meses.
Os preços do petróleo subiram significativamente após ataques às instalações de energia no Irã e Catar, com o barril de Brent chegando a preços elevados no mercado internacional.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou destruir os campos de gás iranianos se Teerã continuar com os ataques contra o Catar, importante exportador mundial.
A China repudiou veementemente o assassinato do chefe de Segurança iraniano, Ali Larijani, em um bombardeio aéreo israelense.
Incêndios atingiram duas refinarias kuwaitianas após ataques com drones, e um drone caiu em uma refinaria saudita, sendo que um míssil balístico contra o porto saudita foi interceptado pelas autoridades.
Combates no Iraque resultaram na morte de dois militantes pró-Irã em ataques coordenados por Israel e Estados Unidos.
No Catar, a Defesa Civil controlou com sucesso incêndios em Ras Laffan, o maior complexo industrial e porto de exportação mundial de gás natural liquefeito, sem registro de feridos.
O presidente da Federação de Futebol do Irã, Mehdi Tach, declarou que o país boicotará os Estados Unidos, mas não a Copa do Mundo.
A Arábia Saudita afirmou que pode responder militarmente aos ataques com mísseis e drones provenientes do Irã, reservando-se o direito a ações defensivas.
Em Abu Dhabi, um centro de processamento de gás natural foi temporariamente fechado após a queda de destroços de mísseis associados aos ataques iranianos.
O presidente francês, Emmanuel Macron, solicitou uma pausa nos ataques contra infraestruturas civis de energia, ressaltando a necessidade de proteger as populações e o fornecimento energético da escalada do conflito.

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