Economia
Crédito na China cresce em janeiro, mas sem atingir as expectativas
Em janeiro de 2026, o montante de novos empréstimos concedidos pelos bancos chineses aumentou de forma expressiva, porém não atingiu as projeções dos analistas.
Segundo dados divulgados pelo Banco Popular da China (PBoC), o banco central do país, os empréstimos totalizaram 4,71 trilhões de yuans (aproximadamente US$ 681,7 bilhões) no primeiro mês do ano, um crescimento significativo em comparação aos 910 bilhões de yuans registrados em dezembro.
No entanto, esse valor ficou abaixo da estimativa de especialistas consultados pelo The Wall Street Journal, que esperavam um montante de 4,9 trilhões de yuans em novos empréstimos.
Além disso, o financiamento social total, indicador mais abrangente do crédito na economia chinesa, chegou a 7,22 trilhões de yuans em janeiro, refletindo também a expansão do crédito promovida pelos governos locais por meio da emissão de títulos.
A base monetária da China, medida pelo M2, apresentou um aumento anual de 9% em janeiro, superior ao crescimento de 8,5% observado em dezembro, e acima da previsão do mercado, que era uma alta de 8,4%.
Esses números indicam um fortalecimento do crédito no país, ainda que o desempenho tenha ficado aquém das expectativas mais otimistas.

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