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Decisão sobre o Caso Master fica para após o Carnaval
Deputado Carlos Jordy (PL-RJ) descreve a atuação do Procurador-Geral da República Paulo Gonet no Caso Master como servil ao STF.
Nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF), especula-se que o ministro Dias Toffoli, relator do processo envolvendo o Banco Master, deverá adiar sua decisão sobre a possibilidade de transferir o caso para a primeira instância até depois do Carnaval. Embora o ministro considere remover o processo do STF, ele não deseja se arriscar a uma possível suspeição no futuro. Se o caso retornar ao STF, o trâmite natural prevê que Toffoli reassuma a relatoria.
Uma nota do presidente do STF, Edson Fachin, em defesa da democracia e do ministro, foi interpretada como um movimento para afastar seu envolvimento direto no processo.
O passo para a possível mudança de instância depende dos depoimentos recentes à Polícia Federal de pessoas ligadas ao caso.
Se houver resistência, decisões tomadas por Toffoli podem ser submetidas ao Plenário da Corte, onde há risco de derrota e prejuízo à imagem pública.
Antes de tomar uma decisão, Toffoli deve se reunir com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, com quem está em desacordo.
Lula e o Caso Master
Lula (PT) tem acusado inexistentes defensores do banqueiro Daniel Vorcaro. Na realidade, apenas seus aliados no Senado têm tentado impedir investigações mais profundas, optando por formar um grupo de trabalho para monitorar o andamento do caso.
Além disso, figuras importantes do PT na Bahia estiveram envolvidas na entrada do Banco Master no mercado de empréstimos consignados.
Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro, conseguiu que o Master assumisse o CredCesta, programa de crédito consignado do governo baiano, articulado com o atual ministro da Casa Civil de Lula e o senador Jaques Wagner (PT-BA).
A CPMI pretende investigar 338,6 mil contratos de empréstimos consignados do Master no INSS, sendo que cerca de 74% podem ter sido realizados sem autorização dos aposentados.
Outras Notícias
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Poder Sem Pudor
Em 1964, o coronel João Paulo Burnier assumiu o comando da Base Aérea de Santa Cruz. Conhecido por seu rigor, em uma ocasião confundiu o título de um filme noturno exibido, mostrando seu estilo disciplinador e avesso a intimidades.

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