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Defesa de Lulinha diz que quebra de sigilo não é necessária e busca dados no STF
A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, declarou nesta quinta-feira que a decisão de quebrar o sigilo de seu cliente, tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela CPI do INSS, é desnecessária.
Em comunicado assinado pelo advogado Guilherme Suguimori Santes, a defesa informou que entrou com um recurso no STF, solicitando acesso às informações do processo.
“Após as notícias divulgadas hoje, solicitamos ao STF o acesso à suposta quebra de sigilo, deixando claro que iremos fornecer voluntariamente ao Tribunal todos os documentos necessários. Por isso, entendo que a quebra de sigilo não é imprescindível, visto que desde o começo houve um claro interesse em colaborar”, destacou o advogado.
A defesa ressaltou que Fábio Luís não participou de nenhum esquema fraudulento no INSS e afirma estar tranquilo quanto ao resultado da investigação.
Leia a íntegra da nota da defesa:
“Tivemos ciência hoje da decisão que determina a quebra de sigilo contra Fábio Luís, tanto pela CPMI quanto, possivelmente, no inquérito do STF.
Está claro que ele não esteve envolvido em fraudes no INSS e não cometeu qualquer delito.
Desde o início, Fábio Luís se colocou inteiramente à disposição do STF, expressando o desejo de fornecer todos os esclarecimentos requeridos pela Corte. A entrega dos documentos é parte necessária para elucidar os fatos, afastar rumores e evitar a politização desnecessária em torno de seu nome.
Diante das informações recentes, solicitamos ao STF o acesso à suposta quebra de sigilo, informando que forneceremos voluntariamente todos os documentos relevantes ao Tribunal.
Por essas razões, considero que a quebra de sigilo é desnecessária, pois não há motivo para coagir alguém que desde o início demonstrou total disposição em colaborar.”

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