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Dívidas das famílias chegam a quase metade da renda anual, aponta BC

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O endividamento das famílias brasileiras junto ao sistema financeiro teve um aumento de 0,5 pontos percentuais em dezembro, atingindo 49,8% da renda anual em novembro, conforme dados do Banco Central. Este é o maior índice registrado durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O recorde histórico foi alcançado em julho de 2022, com 49,9%.

Após uma diminuição do nível de endividamento no início do mandato de Lula até dezembro de 2023, quando chegou a 47,7%, a dívida das famílias tem apresentado crescimento. Em um contexto de juros elevados, com a taxa Selic em 15%, houve uma elevação de 1,5 pontos percentuais nos últimos doze meses.

O cálculo feito pelo Banco Central considera todas as dívidas das famílias com as instituições bancárias, incluindo financiamentos, empréstimos pessoais, crédito consignado e uso do cartão de crédito.

Isso quer dizer que quase metade da renda anual das famílias está destinada ao pagamento de dívidas como financiamentos, empréstimos e utilização do cartão de crédito. Mesmo com essa restrição no orçamento, o volume total de crédito concedido às famílias continuou a crescer.

Quando excluímos as dívidas imobiliárias, o endividamento subiu de 30,9% em outubro para 31,3% em novembro.

O comprometimento da renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional permaneceu estável em 29,3% entre outubro e novembro. Excluindo os empréstimos imobiliários, esse índice variou de 27,1% para 27%.

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