Centro-Oeste
DPDF muda Dia da Mulher para terças-feiras para facilitar acesso
A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) mudou o Dia da Mulher para sempre acontecer na primeira terça-feira do mês, antes era na segunda-feira. Isso foi feito para que mais mulheres possam ter acesso aos serviços oferecidos e para melhorar a cooperação entre os órgãos envolvidos.
A 31ª edição será no dia 3 de fevereiro, terça-feira, das 8h às 14h, no Núcleo de Atendimento Integrado (Nuclão) da Defensoria, localizado no Setor Comercial Norte, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte.
Desde maio de 2023, o Dia da Mulher oferece vários serviços gratuitos para mulheres em situação de vulnerabilidade. Isso inclui atendimento jurídico especializado, encaminhamentos para redes de proteção, exames de DNA para reconhecimento de paternidade, serviços de saúde, moradia, direitos sociais, apoio psicossocial, emissão de documentos, atividades de bem-estar e oficinas para capacitação. O evento conta com o apoio de órgãos do Governo do Distrito Federal e parceiros privados, ampliando os serviços a cada edição.
Celestino Chupel, defensor público-geral do DF, explicou que a mudança de data foi estratégica para facilitar o acesso das mulheres aos serviços e melhorar a integração das equipes. Segundo ele, o objetivo é estar mais próximo das mulheres que precisam, garantindo acolhimento, escuta qualificada e soluções jurídicas eficazes em um ambiente seguro e humano.
Bárbara Nunes Nascimento, subdefensora pública-geral, ressaltou que o novo calendário vai fortalecer a articulação entre os serviços jurídicos, sociais e de saúde, facilitando a participação dos parceiros e promovendo um atendimento mais completo.
O Dia da Mulher foi criado para ampliar o acesso à Justiça e já realizou mais de 56 mil atendimentos em suas 30 edições anteriores. O projeto reúne serviços jurídicos, sociais e de saúde, focados em promover a autonomia das mulheres, principalmente as chefes de família, vítimas de violência ou que dependem economicamente.
Sônia Maria dos Santos, moradora de Taguatinga com 69 anos, que já participou de 12 edições, elogiou o projeto afirmando que o Dia da Mulher traz cuidado, união, dignidade, respeito e atenção às mulheres vulneráveis. Ela destacou que a DPDF está sempre aberta para ajudar as mulheres, e essa ação faz muita diferença.

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