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EUA criam site que reconta a invasão do Capitólio
A Casa Branca lançou um site oficial que apresenta a versão de Donald Trump sobre os eventos ocorridos durante a invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021, além de justificar os perdões presidenciais concedidos aos envolvidos nessa ação.
O site destaca na sua página inicial uma foto da ex-deputada democrata Nancy Pelosi, a quem o governo atual atribui a responsabilidade pela manifestação.
Segundo o texto divulgado, “O presidente Trump decidiu perdoar os manifestantes do dia 6 de janeiro que foram injustamente acusados, processados e usados como exemplos políticos. Eles não receberam proteção dos seus líderes, que falharam em seu dever. Foram punidos para esconder falhas administrativas”.
O conteúdo critica diretamente Nancy Pelosi, acusando-a de “criar uma narrativa de insurreição e responsabilizar o presidente Trump”.
“Os democratas, estrategicamente, inverteram os fatos após o 6 de janeiro, transformando manifestantes pacíficos e patrióticos em ‘insurreicionistas’ e rotulando o evento como um golpe violento planejado por Trump – mesmo sem evidências de rebelião armada ou intenção de derrubar o governo”, afirma o texto.
Além disso, o site sustenta que a eleição presidencial de 2020, vencida por Joe Biden, foi marcada por fraudes.
Uma linha do tempo disponível na página inicia com Trump convocando o público para ir à capital Washington naquele dia 6 e seu discurso subsequente. Depois, os “patriotas” marcham rumo ao Capitólio, e finalmente, o então presidente derrotado pede calma aos manifestantes.
Contexto da invasão
Na data mencionada, após o discurso de Donald Trump, que havia perdido as eleições para Joe Biden, manifestantes dirigiram-se ao prédio do Capitólio, sede do Congresso dos Estados Unidos, para protestar contra a oficialização da vitória do político democrata.
A invasão provocou a intervenção da polícia e da Guarda Nacional, resultando em confrontos. Cinco pessoas morreram, incluindo um policial, e várias pessoas ficaram feridas.
Diversos apoiadores do então presidente foram presos, julgados e condenados. Ao retornar ao poder em 2025, Trump concedeu perdão aos envolvidos na invasão.

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