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Fim do 6×1: Governo não planeja compensar empresas por redução de jornada, afirma Marinho

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, declarou nesta terça-feira (3) que não existem planos no governo federal para compensar as empresas em relação à redução da jornada de trabalho. Segundo ele, o benefício esperado deve vir por meio do aumento da produtividade e melhoria do ambiente de trabalho.

“Eu acredito que ninguém no governo está considerando essa compensação. A lógica por trás dessa medida é o ganho de produtividade. A redução da jornada precisa ser acompanhada de um aumento na produtividade. Não vejo sentido em criar incentivos fiscais para a diminuição da jornada”, ressaltou.

Além disso, Marinho mencionou que o governo pode enviar, com urgência constitucional, um projeto de lei ao Congresso para tratar dessa questão.

Ele destacou ainda que a redução da jornada já é, de certo modo, refletida pelo mercado, e que as condições variam conforme o setor econômico. “O debate sobre a redução da jornada é importante e acredito que já está sendo considerado pela economia”, afirmou.

O ministro reforçou sua convicção de que é plenamente viável diminuir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas.

Segundo Marinho, se as empresas estão interessadas na redução da jornada, deveriam antecipar as negociações com os sindicatos antes mesmo do Congresso agir. “No momento atual, vejo como possível reduzir a jornada máxima de 44 para 40 horas por semana, o que seria o fim do modelo 6 por 1, um desejo de milhões de trabalhadores”, concluiu.

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