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Governo baiano indica chefe jurídico da Petrobras para Justiça
A equipe baiana do governo, com destaque para o líder no Senado, Jaques Wagner (PT), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, tem atuado nos bastidores para apoiar a indicação de Wellington Cesar Lima e Silva, advogado-geral da Petrobras, ao cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública, substituindo Ricardo Lewandowski.
A nomeação do próximo ministro está prevista para esta semana. Temporariamente, o secretário executivo Manoel Carlos de Almeida Neto está na função de forma interina.
Fontes próximas ao governo afirmam que Jaques Wagner tem liderado a movimentação mais evidente em favor do chefe do jurídico da Petrobras. Em seu mandato como governador, Wagner já havia indicado Lima e Silva para liderar o Ministério Público Estadual da Bahia. Tanto o chefe da Casa Civil quanto Sidônio Palmeira atuam de maneira mais reservada nesse processo.
Wellington Cesar Lima e Silva foi ex-secretário de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Casa Civil e é tido como uma pessoa de confiança do presidente Lula. Ele ocupou o cargo no Palácio do Planalto entre janeiro de 2023 e agosto de 2024, sendo responsável por decretos, portarias e leis emanados pelo governo e mantendo contato direto quase diariamente com o presidente.
Outros nomes cogitados para a pasta da Justiça incluem o ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, que é aliado próximo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas, que recebe apoio de lideranças do PT.
Também foi discutida internamente a possibilidade de transferir o ministro da Educação, Camilo Santana, para a Justiça, devido à sua experiência em segurança pública durante seu governo no Ceará. Durante seu mandato, enfrentou uma greve da Polícia Militar que durou 15 dias em 2020, período no qual a violência chegou a aumentar.

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