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Haddad afirma que Galípolo agiu rápido no caso Banco Master
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou que a situação do Banco Master passou a ser acompanhada atentamente pelos órgãos públicos em 2024. Segundo ele, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, estava plenamente consciente da complexidade e da seriedade do problema que recebeu ao assumir o comando da instituição em 2025. “Ele compreende claramente que essa pode ser a maior fraude bancária da história do Brasil”, afirmou Haddad em entrevista ao portal Metrópoles.
Haddad ressaltou que a administração de Galípolo foi rápida e efetiva na resposta ao caso Master. “Eu acompanhei de perto desde as primeiras semanas da gestão dele e sei que todas as medidas necessárias foram tomadas prontamente”, afirmou.
Nomeado por indicação do ministro Haddad ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, Galípolo assumiu a presidência do Banco Central após Roberto Campos Neto, nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Haddad explicou que sua atenção ao caso se deve à participação do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e ao possível impacto fiscal, que poderia afetar a Receita Federal. “Sob minha orientação, de Galípolo e do próprio presidente da República, todas as ações foram conduzidas com o compromisso máximo de esclarecer integralmente o que ocorreu”, acrescentou.
O ministro confia que as investigações resultarão em responsabilizações adequadas e destacou que a liquidação do banco foi realizada com critério técnico e cuidado extremo. “É fundamental agir com seriedade e precisão, sem sensacionalismo, e foi exatamente isso que foi feito”, concluiu.

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