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iPhone e MacBook acessíveis: resumo dos lançamentos Apple desta semana

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Nesta semana, a Apple lançou diversos produtos, focando em dispositivos mais econômicos. Foram apresentados o iPhone 17e, o MacBook Neo e atualizações para o iPad Air, MacBook Air e MacBook tradicional. Confira as cinco principais novidades da marca.

iPhone mais econômico

O iPhone 17e, modelo básico da Apple, chegou com até 12% de desconto em relação ao iPhone 16e do ano anterior. O modelo de 256 GB foi lançado por R$ 5,8 mil, enquanto o equivalente do ano anterior custava R$ 6,6 mil. A versão de 512 GB saiu por R$ 7,3 mil, contra R$ 8,1 mil em 2025.

A versão de 128 GB, que custava R$ 5,8 mil no ano passado, foi descontinuada.

Essa redução de preço se deve principalmente à queda do dólar, que caiu de aproximadamente R$ 5,90 para cerca de R$ 5,20 entre os anos.

MacBook acessível

A Apple lançou o MacBook Neo, um computador com preço competitivo que deve desafiar marcas como Lenovo, Dell e HP. O novo laptop está disponível no Brasil a partir de R$ 7,3 mil. Apesar de não ser extremamente barato, é mais barato que o iPhone 17, que todos os modelos de iPad e muito mais em conta que o MacBook Air, cujo preço inicial é R$ 14 mil.

Para manter o preço baixo, o MacBook Neo utiliza uma tela LCD simples semelhante à dos iPhones SE de segunda e terceira geração, ao contrário dos painéis OLED adotados desde o iPhone 12. Esta é a menor tela entre os Macs atuais, com tamanho ligeiramente inferior aos 13,6 polegadas do MacBook Air.

MacBook com chip de iPhone

Para reduzir os custos, o MacBook Neo é o primeiro notebook Apple equipado com um chip da série A, tradicionalmente usado apenas em iPhones, ao invés dos chips da série M presentes nos Macs recentes. Ele utiliza o chip A18 Pro, lançado originalmente no iPhone 16 Pro.

O A18 Pro é fabricado com tecnologia de 3 nanômetros de segunda geração, contendo uma CPU de 6 núcleos (quatro de alto desempenho e dois eficientes), uma GPU de 6 núcleos e um Neural Engine de 16 núcleos para inteligência artificial. Em testes, o chip supera o M1, presente no MacBook Air básico por anos. Contudo, seu desempenho pode ser inferior a certos iPads de ponta com chip M4.

Este modelo é ideal para estudantes, pequenos empresários e usuários comuns que acessam a internet, trabalham com documentos simples e realizam edição leve.

Atualização do iPad Air

O iPad Air, um modelo intermediário da Apple, recebeu o chip M4, que melhora a velocidade e a eficiência do aparelho. O preço se manteve entre R$ 7,5 mil e R$ 15,6 mil.

A grande novidade é justamente o chip M4, que, com tecnologia de 3 nm semelhante ao M3, oferece uma CPU até 30% mais rápida e uma GPU 21% mais potente.

O iPad Air também adotou o chip de rede N1, lançado com o iPhone 17, que melhora a conectividade Wi-Fi e Bluetooth em relação aos chips de terceiros.

A Apple também adicionou o chip modem C1X, sucessor do C1, que é o primeiro modem celular desenvolvido pela Apple. Esses chips de modem são mais econômicos em energia do que os da Qualcomm e se integram melhor com o restante do hardware do tablet.

Novos chips superpotentes

Além dos modelos acessíveis, a Apple apresentou seus chips mais potentes para computadores: M5 Pro e M5 Max. O M5 Max, em particular, é extremamente poderoso, com CPU de 18 núcleos, GPU de até 40 núcleos e suporte para até 128 GB de memória RAM. Comparado ao M1 Max, seu desempenho é seis vezes superior.

Esses chips foram criados para profissionais como animadores 3D, desenvolvedores e pesquisadores em inteligência artificial, e estão presentes nas novas versões do MacBook Pro.

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