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João Campos critica pedido de impeachment como manobra política
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), criticou o pedido de impeachment feito pela oposição na Câmara de Vereadores do Recife, considerando-o uma manobra política voltada para as eleições. A ação veio após uma controvérsia envolvendo dois candidatos ao cargo de procurador do município. Um deles havia declarado deficiência física, e o outro, que ficou na 63ª posição, apresentou um atestado em 2025, dois anos após o certame ser homologado.
“Não é apropriado tratar essa situação como uma jogada eleitoral. Quando chega o ano da eleição e nossos nomes têm destaque nas pesquisas, algumas pessoas recorrem a táticas de qualquer tipo para alcançar seus objetivos. Não é dessa forma. Por isso, conduzirei tudo com seriedade, respeito e de acordo com os procedimentos corretos”, afirmou o prefeito após inaugurar o segundo parque alagável da cidade, no bairro do Barro, Zona Oeste do Recife.
João Campos ressaltou a importância do tema pela sua experiência pessoal, lembrando que tem um irmão com síndrome de Down. “Vocês sabem que a causa das pessoas com deficiência é algo que valorizo muito. Tenho um irmão com síndrome de Down, que amo profundamente, e entendo a relevância de tratar essa questão com o máximo cuidado.”
Responsabilidade na Câmara
O pedido de impeachment partiu do vereador Eduardo Moura (Novo). João Campos, que conta com maioria na Câmara presidida por José Mariano, expressou confiança de que os parlamentares agirão com responsabilidade ao avaliar a proposta.
“Tenho plena convicção de que a Câmara de Vereadores não se deixará levar por nenhuma atitude irresponsável motivada por interesses eleitorais.”

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