Centro-Oeste
Juiz Manoel Franklin fala sobre defesa legal dos animais no TJDFT
Na quarta-feira, 11 de fevereiro, o desembargador Roberval Belinati, 1º vice-presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), recebeu o juiz Manoel Franklin Fonseca Carneiro para uma entrevista no Programa História Oral. A gravação aconteceu no Memorial TJDFT – Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte e será disponibilizada em breve no canal oficial do TJDFT no YouTube.
O juiz Manoel Franklin é natural de São Luís, Maranhão, e atua na 1ª Vara Criminal do Gama. Ele é formado em Ciências Econômicas e Direito pela Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal (AEUDF) e tem pós-graduação em Direito Processual Civil e Direito Animal. Atualmente, está finalizando mestrado em Direito Econômico no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), focado na proteção legal dos animais.
Antes de atuar no TJDFT, desde abril de 2000, Manoel Franklin trabalhou como bancário na Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, além de promotor de Justiça no Ministério Público do Estado de Goiás. Essa experiência no interior ajudou a formar sua visão humana e social do Direito, vendo o processo como algo que envolve as histórias de pessoas.
Durante a entrevista, o juiz ressaltou sua dedicação ao Direito Animal, área em que é referência no Distrito Federal. Ele ministra cursos, ajuda a formar profissionais e defende a criação de varas especializadas para proteger animais. Ele acredita que o tema precisa avançar com educação, políticas públicas e conscientização da sociedade.
A conversa contou com a participação de gestores e colaboradores do TJDFT que apoiam a preservação da memória institucional do Tribunal.
O Programa História Oral reúne entrevistas com magistrados e servidores que fizeram parte da história do TJDFT desde 1960. Essas entrevistas ajudam a manter viva a memória do Judiciário da capital e estão disponíveis na Página do Memorial TJDFT. O programa foi criado pela desembargadora Maria Thereza Braga Haynes, que, mesmo após se aposentar, contribuiu muito gravando 25 entrevistas.

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