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Lula atrasa veto a privilégios na Câmara
Rogério Marinho (PL-RN) classificou como um escândalo político a reunião entre Lula e Daniel Vorcaro fora da agenda oficial.
O governo está postergando a decisão sobre o veto a um dispositivo que permite pagamentos acima do teto constitucional para servidores da Câmara e do Senado. A análise será feita pelo Ministério da Gestão e Inovação, sob a liderança de Esther Dweck. Para se distanciar da controvérsia, Randolfe Rodrigues (PT-AP) foi encarregado de anunciar um possível veto e negar qualquer acordo.
Durante uma reunião de líderes da Câmara, a votação foi agilizada sob regime de urgência e aprovada em poucas horas.
Foi mencionado que entre 70 e 80 servidores seriam beneficiados, mas esse número não é verdadeiro.
Curiosamente, o ministério de Dweck também foi contemplado pelo projeto, recebendo 1.500 novos cargos.
Análises do Partido Novo apontam que os supersalários no Brasil são 21 vezes maiores que na Argentina.
Crise no IBGE
O Congresso está atento a problemas no IBGE, comandado por Márcio Pochmann, nomeado por Lula. A oposição investiga possíveis influências ideológicas e questiona a qualidade técnica após numerosas exonerações.
O Tribunal de Contas da União (TCU) foi acionado para analisar as demissões, enquanto o deputado Sanderson (PL-RS) chama atenção para a situação.
Adriana Ventura (Novo-SP) pede que a Controladoria-Geral da União (CGU) atue para garantir a imparcialidade institucional do IBGE.
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, também foi pressionada a se posicionar frente à crise.
Outras notícias
- O Senado vai realizar uma audiência pública com a pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio sobre avanços que ajudam pessoas com paralisia a recuperar movimentos.
- Eduardo Girão (Novo-CE) denuncia tentativas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de encobrir investigações relacionadas ao banco Master.
- Parlamentares do PT não votaram contra o pagamento acima do teto para servidores, apesar de declarações contrárias.
- O deputado Alberto Fraga (PL-DF), relator do projeto controverso, tem enfrentado críticas públicas em Brasília.
- O senador Eduardo Girão pediu investigação sobre familiares do ministro Dias Toffoli em ligação a negócios privados.
- O deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO) questiona uma possível inclusão de parlamentares em inquéritos por divulgação de conteúdos falsos envolvendo figuras públicas.
- Algumas pautas prioritárias do governo foram adiadas para depois do Carnaval, segundo o deputado Hugo Motta.
- A CPMI do INSS ainda analisará cerca de mil requerimentos, incluindo quebras de sigilos envolvendo pessoas próximas ao presidente Lula.
Comentário
Jarbas Passarinho, senador conhecido pela sua habilidade política, respondeu com humor a uma declaração exagerada de Paulo Brossard sobre sua conduta pública, destacando que “andar em linha reta não é mérito”.
Este conteúdo foi elaborado com base nas informações divulgadas por Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos no Diário do Poder e não reflete necessariamente a opinião da Folha de Pernambuco.

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