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Lula causa mudança na defesa de ditador; veja análise de Cláudio Humberto
Deputado Sóstentes Cavalcante (PL-RJ) comentou sobre a situação enfrentada por Jair Bolsonaro: “É uma perseguição política clara”.
O governo Lula precisou rever sua postura após pesquisas internas indicarem que o presidente cometeu um erro ao se posicionar em relação ao líder venezuelano Nicolás Maduro, considerado ditador. A equipe do presidente está agora tentando corrigir o discurso, reconhecendo que não apoiam a defesa de Maduro, e recomendando que membros do governo evitem abordar o tema Venezuela.
Tarcísio de Freitas (Rep), governador de São Paulo, criticou a falta de ação de Lula, que teria contribuído para a perpetuação da ditadura no país vizinho.
O clima de insegurança em Brasília mudou, agora há receio de intervenções dos EUA, simbolizadas por marines no Palácio do Alvorada.
Após o recesso, Lula voltou a Brasília com uma postura mais expansiva nas suas falas, que já geraram controvérsias por aliviar para traficantes e ofender grupos diversos.
Entre os petistas, há movimentações para troca de lideranças no Congresso, com a possível saída de Jaques Wagner (PT-BA) e Weverton Rocha (PDT-MA), estratégia para fortalecer as disputas eleitorais futuras.
Wagner enfrenta críticas devido a um acordo controverso envolvendo votações perdidas, enquanto Rocha está sob investigação da Polícia Federal relacionada a corrupção no INSS.
Antonio Denarium, governador de Roraima, alertou que o estado não possui estrutura para atender um aumento da migração venezuelana.
Nas redes sociais, o ex-presidente Jair Bolsonaro mobilizou debates acerca de seu estado de saúde e pedidos de libertação.
Major Araújo (PL-GO) questionou a atuação do Tribunal de Contas da União em relação ao Banco Central, ressaltando que o TCU não deve regular o sistema bancário.
Sóstentes Cavalcante, líder do PL na Câmara, denunciou a negativa de atendimento hospitalar a Bolsonaro, caracterizando o episódio como cerco e humilhação.
Tarcísio de Freitas fez uma defesa enfática da prisão de Nicolás Maduro, sinalizando uma postura dura contra o ditador venezuelano.
A coleção de relógios luxuosos de Nicolás Maduro voltou à tona após sua captura pelos EUA, com peças avaliadas em mais de R$ 600 mil.
O governo de Lula iniciou o ano promovendo anúncios nas redes sociais, investindo grande monta do dinheiro público.
A CPMI do INSS investiga envolvidos em irregularidades e promete responsabilização das autoridades corruptas.
Concluindo, quem apoia um ditador narcotraficante não vive sob sua opressão direta, refletindo o distanciamento da realidade.
PODER SEM PUDOR
Nos anos 60 na Paraíba, uma figura conhecida como Mocidade vivia às custas da generosidade do governador João Agripino e, apesar disso, pregava a derrubada do governo. Quando confrontado, respondeu ironicamente que governo existe para ser derrubado.
Texto por Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos.
As informações aqui apresentadas são de responsabilidade dos seus autores e não refletem necessariamente a opinião da Folha de Pernambuco.

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