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Lula vai assinar acordo contra feminicídio com os Três Poderes
Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais, anunciou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá firmar na próxima quarta-feira, dia 4, um acordo para combater o feminicídio com os líderes dos Três Poderes.
Desde o final do ano passado, Lula tem se envolvido nessa causa devido aos graves casos de feminicídios e violência contra mulheres que têm ocorrido. Este pacto representa o comprometimento dos Três Poderes em implementar ações efetivas no combate ao feminicídio, embora no momento não haja medidas práticas divulgadas.
“Também é importante destacar que o Legislativo e o Judiciário participarão da assinatura deste Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio, que acontecerá em 4 de fevereiro. Este pacto é semelhante ao que fizemos em defesa da democracia e da transformação ecológica”, afirmou a ministra.
O compromisso firmado pelos Três Poderes visa desenvolver ações concretas para combater o feminicídio, uma questão que preocupa amplamente a sociedade, completou Gleisi.
Essa declaração foi feita durante uma conversa com jornalistas na manhã de quarta-feira, dia 28. O tema tem ganhado destaque nos discursos de Lula, influenciado pela primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja. Além disso, é um assunto que ressoa fortemente com o público eleitor.
Outra prioridade que o presidente pretende focar durante a pré-campanha eleitoral é o fim da escala de trabalho 6×1. A ministra ressaltou que essa será uma das principais metas do governo neste ano e que o Palácio do Planalto está considerando apresentar uma proposta única a respeito.
Ela comentou: “Conversei com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sobre o projeto que visa acabar com a escala 6×1. Ele está disposto a colocar o tema em discussão, embora não tenha garantido sua aprovação. Nosso esforço é para conseguir essa aprovação. Para mim, acabar com a escala 6×1 é tão importante quanto a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Inicialmente, muitos achavam impossível aprovar essa medida que impactaria as camadas superiores, mas conseguimos aprovação unânime. Quando há apoio da opinião pública, o Legislativo se mostra mais receptivo.”

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