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Marinha localiza terceiro corpo em buscas por lancha sumida em São Paulo

Durante as operações para encontrar a família que desapareceu após o naufrágio da lancha no sábado (23/8), próximo a Itanhaém, litoral de São Paulo, a Marinha descobriu no final da tarde de sexta-feira (29/8) o terceiro corpo no local.
A suspeita é que o corpo pertença ao veterinário Bruno Silva Dias, 32 anos, ou a seu pai, Lucídio Francisco Dias.
Dois corpos já haviam sido localizados durante as buscas, incluindo o da Maria Aparecida da Silva Dias, que foi reconhecida pelos parentes. Os demais corpos passam por análise pericial, embora as circunstâncias apontem que são as vítimas do acidente, conforme o Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar).
A lancha foi recuperada e levada para a Capitania dos Portos em São Paulo.
O corpo encontrado na terça-feira (27/8) foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Santos, enquanto o achado na sexta está sob custódia do IML de Caraguatatuba.
Recordando os fatos
Três membros de uma mesma família desapareceram durante um passeio de lancha em Itanhaém, na Baixada Santista, no sábado (23/8).
O Corpo de Bombeiros foi acionado após o naufrágio da embarcação com três pessoas a bordo, ocorrida a cerca de 25 quilômetros da costa, próximo à Ilha da Queimada Grande, conhecida como Ilha das Cobras.
Os desaparecidos são o veterinário Bruno Silva Dias e seus pais, Lucídio Francisco Dias e Maria Aparecida da Silva Dias.
De acordo com a Capitania dos Portos de São Paulo, o proprietário da marina recebeu um pedido de socorro da família, mas perdeu contato rapidamente. O navio-patrulha Guajará foi mobilizado para ajudar nas buscas.
Buscas e resgate da lancha
A embarcação, nomeada “Jany”, modelo de 21 pés com motor Yamaha de 60HP, foi localizada pela Marinha na quarta-feira na Praia da Baleia, em São Sebastião, litoral norte paulista, aproximadamente 11 km da costa.
“A gente virou, estamos segurando na lancha. Misericórdia.” Foi o pedido de ajuda enviado em áudio pelo veterinário Bruno Silva Dias antes do acidente. Ele, junto com seus pais, estavam a bordo no momento do naufrágio.
O áudio foi encaminhado à marina de origem da família, que imediatamente comunicou o Grupamento de Bombeiros Marítimos e a Marinha do Brasil.
Equipes foram enviadas ainda no sábado para iniciar as investigações e realizar as buscas, mas o contato com o proprietário da marina foi perdido após o recebimento do áudio de ajuda.

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