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mdb se divide e pode liberar diretórios sobre alianças políticas

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Deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) questiona se os contratos da esposa de Moraes são advocacia ou lobby.

O MDB está enfrentando uma divisão interna e pode divulgar diretórios relacionados às alianças políticas. O presidente Lula (PT) tem tentado garantir o apoio nacional do MDB para sua chapa de reeleição, o que tem causado desconforto em importantes membros do partido, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Há rumores de que Lula estaria disposto a oferecer a vaga de vice, atualmente ocupada pelo PSB, ao MDB, numa tentativa de repetir a ‘frente ampla’ do passado incluindo um partido mais ao centro. Considerando que o atual vice Geraldo Alckmin está no PSB, parte da estratégia pode ser direcioná-lo para a eleição em São Paulo, seja para o Senado ou para o Governo do Estado.

O MDB em São Paulo, que tem controle da prefeitura e um orçamento significativo, recusa-se a formar aliança com o PT, mantendo-se na oposição.

A discussão inicial envolvia tentativas de manter a ministra Simone Tebet, que enfrenta dificuldades em seu estado e está prestes a deixar o MDB.

Além de São Paulo, estados como Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Goiás preferem manter distância de Lula, do PT e aliados.

O MDB tem planos mais ambiciosos para 2030, visando lançar o atual ministro dos Transportes, Renan Filho, como candidato à presidência.

Crimes de feminicídio aumentam no governo Lula

Apesar do pacto promovido pelo Palácio do Planalto para combater o feminicídio, os homicídios contra mulheres motivados por gênero aumentaram mais de 4% durante a gestão do PT, passando de uma taxa de 1,34 (1.444 casos) em 2022, para 1,39 (1.518 casos) no ano passado, o que equivale a uma média de 4 casos por dia.

As tentativas de feminicídio tiveram aumento ainda mais expressivo em 59,26%, com 3.749 registros em 2025 contra 2.354 em 2022.

O estado do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apresenta taxa acima da média nacional. Pernambuco, governado por Raquel Lyra (PSD), ocupa a 10ª pior posição, também superando a média.

Partidos na oposição

Apenas os partidos Novo e PL não participaram do jantar promovido por Lula na Granja do Torto, evento tido como bajulação.

O Novo convidou a deputada Carol de Toni (SC) para se filiar ao partido e deixar o PL, devido a disputa pela vaga ao Senado neste ano. O presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, fez o convite formal.

Na Câmara, vereadores do Avante, PP, PSD, Novo e PL votaram pelo prosseguimento do processo de impeachment do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Uma denúncia contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), acusado de mentir sobre Marcel van Hattem, foi arquivada pelo Conselho de Ética, com relatório favorável elaborado por Fernando Rodolfo (PL-PE).

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, migrou para o PSD garantindo que o partido não apoiaria Lula no primeiro turno.

Gilberto Kassab, líder do PSD, tem fortalecido o partido ao filiar ao menos sete deputados estaduais de São Paulo, incluindo uma debandada do PSDB, que não elegeu vereadores em São Paulo na última eleição.

Indenização envolvendo Tabata Amaral e Ricardo Nunes

A deputada Tabata Amaral (PSB-SP) pagou R$ 30 mil de indenização ao prefeito Ricardo Nunes (MDB-SP) por danos morais após acusações de corrupção realizadas durante a campanha de 2024.

O jantar promovido por Lula busca superar a crise com a Câmara dos Deputados.

Poder Sem Pudor

O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) passou por situação constrangedora ao ser interrompido no Senado após sair correndo do banheiro para tentar garantir o quórum da Comissão de Orçamento.

As informações são de responsabilidade dos seus criadores e não refletem a opinião da Folha de Pernambuco.

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