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Mendonça retirou Lula do comando do inquérito
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou sobre o aumento da rejeição ao ex-presidente Lula (PT), destacando que “a transformação já começou”.
O ministro do STF André Mendonça tomou uma decisão que limitou o acesso à investigação do caso Banco Master, restringindo-o a policiais federais diretamente ligados ao procedimento. Essa medida foi vista por servidores experientes da Suprema Corte como correta, pois evitou que o controle da investigação ficasse nas mãos de pessoas ligadas a Lula.
É improvável acreditar que um magistrado poderia ordenar a blindagem de investigados sem risco de ser denunciado. Além disso, a ação de Mendonça evitou que o caso fosse usado para retaliação pessoal contra figuras como Dias Toffoli, um ressentimento atribuído a Lula.
O relatório da investigação foi entregue a Edson Fachin, presidente do STF, por ordem de Lula, mas não pelo delegado responsável.
A Polícia Federal pediu suspeição de Toffoli, porém sem submeter a alegação à Procuradoria-Geral da República. Mesmo assim, o pedido passou pelo crivo do próprio Lula.
Em relação às eleições, o Partido Liberal (PL), do ex-presidente Jair Bolsonaro, estima eleger pelo menos 35 senadores nas eleições de outubro, mirando dois representantes em cada unidade da Federação. Considerando os mandatos atuais, o grupo de oposição estaria próximo da maioria no Senado.
No Nordeste, os candidatos ligados a Lula continuam com forte favoritismo em vários estados.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou um vídeo nas redes sociais denunciando a alta de impostos promovida pelo governo de Lula, especialmente sobre eletrônicos e jogos, repercutindo amplamente com mais de 1 milhão de visualizações em menos de 24 horas.
O Impostômetro ultrapassou a marca de R$ 700 bilhões em tributos pagos pela população somente neste ano, e a previsão é que mais de R$ 4,1 trilhões sejam arrecadados em 2026.
O deputado Sanderson (PL-RS) acionou a Procuradoria-Geral da República exigindo a prisão de Lulinha, filho de Lula, acusado de envolvimento em fraudes contra aposentados, com base em delações.
Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, confirmou o apoio à candidatura de Hélio Lopes (PL-RJ) para vaga no Tribunal de Contas da União (TCU). Conhecido como “Hélio Bolsonaro”, foi eleito deputado em 2018.
Dos senadores do União Brasil, apenas Jayme Campos (MT) está com o mandato próximo do fim, enquanto os demais permanecerão até 2031, incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP).
O advogado Vinícius Bicalho avaliou que a ação no STF contra Eduardo Bolsonaro por suposta coação, relacionada ao fim das tarifas dos EUA, ainda é válida e abrange mais do que apenas o tarifaço.
O vereador do Recife, Thiago Medina, acionou o Ministério Público Eleitoral contra o prefeito João Campos por propaganda eleitoral antecipada, argumentando que o uso do encerramento do Carnaval foi uma forma de promoção pessoal.
O governo de Lula já gastou cerca de R$ 9,5 milhões em cartões corporativos este ano, com quase todas as despesas mantidas em sigilo, dificultando o conhecimento público sobre os gastos, inclusive das viagens da primeira-dama Janja.
PENSANDO BEM…
as anotações são públicas, mas as despesas do governo com viagens e mordomias permanecem sigilosas.
PODER SEM PUDOR
O ex-governador paulista Franco Montoro era conhecido por confundir nomes e pessoas, mas sempre buscava acertos. Uma curiosidade é que ele chamava o deputado Flávio Bierrenbach de “Bierrenbrahms”, associando o sobrenome do ministro aposentado do Superior Tribunal Militar a um compositor alemão, trocando Johann Sebastian Bach por Johannes Brahms.
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