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Moraes critica ação covarde de grupo criminoso após sanções

Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, comentou nesta sexta-feira (1) sobre as penalidades impostas pelos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky durante a sessão que marca o fim do recesso do Judiciário.
Alexandre de Moraes afirmou que tem observado recentemente atos de diversos brasileiros que estão sendo investigados ou processados, evidenciando condutas intencionais de uma organização criminosa que age de maneira inédita no país, de forma desleal e traiçoeira.
Alexandre de Moraes destacou que as sanções são direcionadas a pessoas que, na visão dele, atacam o Brasil.
Segundo o ministro, tais atos são cometidos de forma covarde, pois esses brasileiros, chamados por ele de pseudo patriotas, estão refugiados fora do país, sem coragem de permanecer e agem por meio de ações hostis.
Ele também mencionou que o inquérito sobre a tentativa de golpe de Estado deve ser encerrado em setembro. A persistência dessa organização em aplicar medidas e ataques ilegítimos visa provocar uma grave crise econômica para gerar pressão política e social, tentando influenciar o andamento de processos judiciais já em fases finais.
A Lei Magnitsky impõe sanções financeiras, como bloqueio de bens nos Estados Unidos e proibição de uso de cartões vinculados a bancos norte-americanos — recursos que Alexandre de Moraes afirma não possuir. Esta lei foi criada para punir violações de direitos humanos e corrupção.
Com o retorno das atividades no Supremo, inicia-se o julgamento do caso relacionado à tentativa de golpe, envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Está previsto que o julgamento comece em setembro, e para isso, os ministros planejam finalizar anteriormente outras análises pendentes.

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