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Moraes pede a presídios de SC que informem sobre possível transferência de Silvinei Vasques
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou que os órgãos responsáveis pelos presídios nas cidades de Florianópolis e São José, em Santa Catarina, comuniquem se possuem estrutura para receber o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, que atualmente está detido em Brasília.
Vasques está em prisão preventiva desde dezembro, após violar a tornozeleira eletrônica e fugir para o Paraguai. Ele foi capturado pelas autoridades paraguaias e posteriormente transferido para Brasília.
A defesa do ex-diretor-geral pediu que ele seja levado para uma unidade prisional em Santa Catarina, estado onde residia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) recomendou a consulta às administrações penitenciárias para avaliar a possibilidade da transferência, proposta aceita pelo ministro Moraes.
Moraes determinou: “Envie-se comunicados às administrações penitenciárias de origem (Brasília/DF) e de destino (São José/SC ou Florianópolis/SC) para verificar a possibilidade operacional da transferência do preso, especialmente quanto à disponibilidade de vagas nas unidades de São José ou Florianópolis, ou em locais próximos, compatíveis com o regime prisional ao qual o detento está submetido (prisão preventiva)”.
Silvinei Vasques foi condenado pela Primeira Turma do STF a 24 anos e seis meses de prisão devido ao seu envolvimento em uma tentativa de golpe. Ainda está em aberto o direito de apresentar recursos.
Ele esteve à frente da PRF no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi apontado como responsável pela organização de um bloqueio em estradas durante o segundo turno das eleições de 2022, com o objetivo de impedir o deslocamento de eleitores do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente da República.

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