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Morre Leo Radvinsky, dono bilionário do OnlyFans

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O empresário Leonid Radvinsky, que era proprietário da plataforma de conteúdo adulto OnlyFans, faleceu aos 43 anos devido a um câncer. A empresa confirmou a informação em um comunicado divulgado nesta segunda-feira (23).

“Estamos profundamente tristes em anunciar o falecimento de Leo Radvinsky. Ele partiu pacificamente após uma longa luta contra o câncer”, disse um representante da companhia, acrescentando que a família solicitou privacidade neste momento delicado.

Radvinsky, um empresário ucraniano-americano, adquiriu a Fenix International Limited em 2018, empresa controladora do OnlyFans. Desde então, ele atuava como diretor e principal acionista da plataforma, que ganhou destaque mundial ao possibilitar que criadores de conteúdo monetizassem diretamente suas produções, especialmente no setor adulto.

Sob sua liderança, o OnlyFans cresceu rapidamente e se firmou como uma das principais plataformas de assinaturas globalmente, atraindo milhões de usuários e produtores de conteúdo. A empresa não deu detalhes sobre eventos comemorativos ou sobre a sucessão na direção.

A plataforma se tornou conhecida durante a pandemia, impulsionada pelo modelo de assinaturas e pela hospedagem de conteúdos que eram proibidos ou restritos em outras redes. Antes de seu falecimento, Radvinsky estava em negociações iniciais para vender uma participação no OnlyFans, conforme informou a Bloomberg.

Em agosto do ano passado, a empresa declarou ter pago a ele US$ 701 milhões em dividendos referentes a 2024, o que corresponde a mais de US$ 1,9 milhão por dia. A Forbes calculava sua fortuna em aproximadamente US$ 4,7 bilhões nesta segunda-feira.

Fortuna construída com o modelo de assinaturas

A morte de Leonid Radvinsky, aos 43 anos, pode gerar uma disputa pela sua grande fortuna no setor digital. Dono do OnlyFans e controlador da Fenix International, ele deixou um patrimônio avaliado em US$ 4,7 bilhões (cerca de R$ 23 bilhões), segundo a Forbes.

Reservado e avesso à exposição pública, ele faleceu após uma prolongada batalha contra o câncer. A família pediu respeito à privacidade, e até agora não há informações sobre a divisão da herança.

Radvinsky assumiu o comando do OnlyFans em 2018, dois anos após a criação da plataforma, e foi crucial para transformar o site em um sucesso global. O modelo baseado na monetização direta entre criadores e assinantes ganhou força durante a pandemia e estabeleceu o negócio como um dos mais rentáveis da economia digital.

Dados que ilustram sua fortuna

  • US$ 701 milhões em dividendos apenas em 2024
  • Média diária de US$ 1,9 milhão em rendimentos recentes
  • US$ 1,8 bilhão em dividendos acumulados entre 2021 e início de 2025
  • Receita da plataforma de US$ 1,4 bilhão em 2024
  • Usuários gastaram US$ 7,2 bilhões no serviço no último ano

Antes de seu falecimento, Radvinsky buscava vender uma parte do OnlyFans em negociações ainda iniciais, de acordo com a Bloomberg. A ausência de um sucessor público ou um plano claro para a liderança gera incertezas sobre o futuro controle da empresa e o destino de seu patrimônio.

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