Centro-Oeste
MPDFT faz fiscalização para Carnaval 2026 seguro em Brasília
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) começou nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, a fiscalização do Carnaval 2026 no Distrito Federal. O foco é garantir que a festa seja segura, organizada e respeite a proteção de mulheres, crianças e adolescentes.
Grupos do MPDFT, compostos por membros e servidores, irão acompanhar os eventos nas ruas, verificando o cumprimento das regras e entregando materiais educativos para campanhas de prevenção e conscientização.
Na sexta-feira à noite, o procurador distrital dos direitos do cidadão, Eduardo Sabo, visitou o Centro Integrado de Operações de Brasília para acompanhar as ocorrências em tempo real. Ele ressaltou que a festa em Brasília tem ficado mais tranquila a cada ano graças ao trabalho conjunto entre instituições.
Em parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), o MPDFT realiza ações para evitar furtos de celulares. A ação inclui reforço na vigilância, atuação coordenada das forças policiais e orientações aos foliões para que evitem o uso exagerado de aparelhos em multidões e fiquem atentos em locais com grande movimentação.
O secretário-executivo da SSP-DF, Alexandre Patury, destacou que a prioridade policial é o combate a furtos de celulares, com uma iniciativa inédita de orientação aos participantes. Ele frisou a importância da colaboração da população durante as abordagens. Em vídeo nas redes sociais, Eduardo Sabo pediu que os foliões apresentem seus aparelhos desbloqueados quando a polícia solicitar.
O MPDFT também intensifica a campanha ‘Pedi pra parar, parou! Depois do não, tudo é importunação’, promovida pela Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC) e pelo Núcleo de Gênero (NG). A campanha alerta sobre o direito das mulheres de aproveitarem a festa sem sofrer importunação sexual, assédio ou violência. As equipes estarão nos blocos e festas para orientar e monitorar possíveis violações de direitos, distribuindo leques, máscaras, tatuagens temporárias, adesivos e bottons com a mensagem ‘Não é Não’.
Denúncias de violações de direitos podem ser feitas aos conselhos tutelares, às polícias Civil, Militar ou Federal, ou pelo Disque 100. A Ouvidoria do MPDFT, incluindo a Ouvidoria das Mulheres, recebe denúncias pelo telefone 127 (gratuito), das 12h às 18h, ou por formulário eletrônico no site da instituição.

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