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MPF: Benefícios extras custam R$ 458 milhões desde 2025
Ministro José Múcio Monteiro (Defesa) foi surpreendido por microfone aberto durante reunião ministerial ao dizer: “Fiz mais que o Ministério das Mulheres todinho”.
O Ministério Público Federal (MPF) desembolsou mais de R$ 458,3 milhões em benefícios extras entre janeiro de 2025 e fevereiro de 2026, segundo levantamento baseado em dados divulgados pela própria instituição. Esses valores incluem abono de permanência para servidores que escolheram continuar trabalhando mesmo já podendo se aposentar, várias verbas indenizatórias e outras remunerações temporárias.
Do total, R$ 751,7 mil foram pagos a Paulo Gonet, embora uma parte tenha sido retida devido a descontos legais aplicados pelo governo.
Paulo Gonet ultrapassou o teto salarial por duas vezes, especificamente nos meses de janeiro, recebendo líquido R$ 82,2 mil em janeiro de 2025 e R$ 82,7 mil em janeiro de 2026.
O item que mais pesou nas despesas foram as verbas indenizatórias, com R$ 374,9 milhões, seguido de outras remunerações temporárias, que somaram R$ 66 milhões, e o abono de permanência, que custou R$ 17,3 milhões.
O MPF assegura que todos os pagamentos estão de acordo com leis federais, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e Superior Tribunal de Justiça (STJ), resoluções do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e respeitam o teto constitucional.
Em outra frente, a rejeição ao governo atual atingiu níveis comparáveis aos do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022, com 52% de reprovação do presidente Lula (PT) e 53,3% dos eleitores afirmando que ele não merece um novo mandato, conforme pesquisa recente do Paraná Pesquisas.
Além disso, cerca de 47% dos brasileiros declararam que nunca votariam em Lula. Comparativamente, a rejeição a Lula nas pesquisas pré-eleitorais de 2022 situava-se entre 33% e 35%.
Dados oficiais indicam que as estatais do governo tiveram um prejuízo recorde de R$ 4,1 bilhões nos dois primeiros meses de 2026, cenário que alguns críticos alertam ser consequente da atual gestão.
No cenário político local, pré-candidatos regionais já começam a fechar acordos partidários para as eleições próximas, com alianças estratégicas em estados como Amapá.
Nas redes sociais, vídeos e discussões políticas continuam movimentando olhos e debates, refletindo a polarização e as tensões eleitorais.
Nos bastidores, etapas formais para nomeações importantes têm levado tempo, como no caso da indicação ao STF do advogado-geral da União, levando meses até o envio oficial ao Senado.
Memes e hashtags irônicas também aparecem, associando fatos políticos a datas e eventos de forma jocosa.
Outra nomeação recente é a oficialização de Miriam Belchior como nova chefe da Casa Civil, informação que circulava com antecedência.
O retorno do veterano político Moreira Franco à cena nacional está marcado para breve, com lançamento de sua obra autobiográfica.
Por fim, declarações recentes de líderes partidários indicam que a senadora Tereza Cristina não pretende concorrer ao cargo de vice-presidente na próxima eleição.
Vale destacar que várias mudanças no ministério estão por vir, com a saída de muitos ministros, porém ainda sem atingir metade da equipe.
PODER SEM PUDOR
O jornalista Raimundo de Souza Dantas trabalhava discretamente no Ministério da Fazenda e era amigo do presidente Jânio Quadros. Sonhava com a diplomacia e chegou a ser nomeado embaixador em Gana, mas a renúncia do presidente devolveu-o ao antigo posto. Colegas irônicos costumavam cumprimentá-lo com risos dizendo “Bom dia, embaixador!”.
As informações apresentadas são de responsabilidade dos autores e não refletem a opinião da Folha de Pernambuco.


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