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MPL faz caminhada contra tarifa na Zona Leste de São Paulo

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A 3ª manifestação do Movimento Passe Livre (MPL) contra o reajuste de tarifas de ônibus, trens e metrô para R$ 3,50 percorreu ruas e avenidas da Zona Leste de São Paulo na noite desta terça-feira (20). O ato foi pacífico, mas houve um tumulto na Estação Belém do Metrô após o encerramento da manifestação, por volta das 21h30.

O grupo começou a se concentrar na Praça Sílvio Romero, no Tatuapé, por volta das 17h. Eles votaram o trajeto e iniciaram a caminhada às 18h45 pela Rua Serra de Bragança. Os manifestantes percorreram vias do bairro até a Radial Leste, que chegou a ficar totalmente bloqueada por alguns minutos para a passagem do grupo.

Eles ingressaram no sentido Centro da Radial Leste e andaram até o terminal Belém. A manifestação foi acompanhada por policiais militares que, diferentemente dos outros atos, não aplicaram o chamado envelopamento – quando uma linha caminha ao lado dos manifestantes bloqueando os acessos laterais. Depois de chegar ao terminal, eles foram até o Largo do Belém, onde encerraram a manifestação.

Um grupo que participou do ato caminhou até a Estação Belém do Metrô aos gritos de “vamos pular a catraca”. Eles encontraram os portões fechados. Alguns chutaram os portões e começou um tumulto com a Força Tática da PM. Os policiais dispersaram o grupo, que cruzou a passarela sobre a Radial Leste. Algumas bombas de efeito moral estouraram do outro lado da via. A situação se acalmou em poucos minutos.

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Segunda manifestação
O segundo protesto convocado pelo MPL terminou em correria e tumulto no Centro na última sexta-feira. Ao menos oito manifestantes foram detidos, segundo a PM. A corporação diz que foi alvo de fogos de artifício e reagiu com “munição química”. O resultado foi uma sequência de explosões entre a Praça do Patriarca e o Viaduto do Chá.

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Além da interdição de diversas vias importantes do Centro, de pessoas reclamando do gás e da finalização precoce do ato e vandalismo contra agências bancárias, o desfecho novamente colocou MPL e PM se acusando mutuamente.

Para o MPL, a polícia cometeu “ataques gratuitos” e o trabalho de advogados ativistas foi dificultado no 78º Distrito Policial. Ainda no Centro ao fim da noite, o major da PM Victor Fedrizzi disse que a reação “não foi desproporcional” e que a corporação agiu porque um grupo lançou rojões contra os policiais em frente à Prefeitura.

Primeira manifestação
No dia 9 de janeiro, a primeira manifestação contra a tarifa terminou com 53 detidos. Três agências bancárias tiveram vidros e caixas eletrônicos quebrados. Duas concessionárias tiveram vidros quebrados. Barricadas com lixo queimado foram usadas para bloquear trechos da Avenida Angélica e da Rua Haddock Lobo. O tumulto começou por volta das 19h20 e se estendeu por mais de uma hora.

Fonte: G1

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