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novo rumo para túlio gadêlha sem marília arraes
Túlio Gadêlha agora vê uma nova oportunidade para sua reeleição após a saída da ex-deputada federal Marília Arraes da Federação PRD-Solidariedade, acordo que foi fechado na última sexta-feira.
Atualmente no Rede, parte da federação junto com o Psol, Gadêlha apoiou no dia 18 o reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Alfredo Gomes, para o governo do estado, e o ex-deputado Paulo Rubem Santiago para o Senado, ambos pelo Rede.
No entanto, essas pré-candidaturas enfrentam dificuldades devido à candidatura do ex-vereador Ivan Moraes para o governo e da vereadora do Recife Jô Cavalcanti para o Senado, ambos do Psol.
A Federação PRD-Solidariedade também é uma nova alternativa frente às articulações que Gadêlha havia feito com o PDT de Carlos Lupi, que abriu espaço para Marília Arraes disputar o Senado.
Lupi tenta agendar uma reunião com o prefeito João Campos para assegurar uma vaga para Marília na chapa majoritária. Como Túlio Gadêlha acredita que a ex-deputada pode mudar seus planos para tentar retornar à Câmara, o PDT deixou de ser opção para ele.
Túlio Gadêlha poderia liderar a Federação PRD-Solidariedade em Pernambuco, presidida pelo prefeito de São Caetano, Josafá Almeida, que afirmou que seu objetivo é formar chapas fortes para deputado, buscando reeleger os federais Luciano Bivar e Gadêlha, além de colocar seu irmão Jobson Almeida na Assembleia Legislativa.
O deputado tem até 4 de abril para decidir se aceitará o convite.
Agilidade e reconhecimento
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), respondeu rapidamente ao vereador que solicitou a instalação de uma CPI. Osmar Ricardo (PT) retornou como suplente, e o vereador Marco Aurélio Filho (PV), que foi indicado secretário para deixar espaço ao petista, voltou à Câmara com reconhecimento por seu trabalho, tendo feito o sucessor. Diogo Stanley foi nomeado titular de Direitos Humanos e Juventude.
Vantagens
Nos bastidores, comenta-se que a governadora Raquel Lyra (PSD) pode convidar a vereadora do Recife Flávia de Nadegi (PV) para assumir uma secretaria de estado, mantendo Osmar Ricardo na Câmara, com mais benefícios e estrutura do que tem hoje.
Cassino
O deputado João Paulo (PT), apoiador da administração de Raquel Lyra, cobrou de seus colegas a aprovação dos vetos da governadora à Lei Orçamentária Anual (LOA). Ele afirmou que “Orçamento público não é jogo de azar para apostas eleitorais, é essencial para garantir alimento e remédios à população.”
Alteração de papéis
A LOA também fez a deputada Débora Almeida elevar o tom em seu discurso. Ela declarou que, de forma surpreendente, inaceitável e unilateral, o presidente da Comissão de Finanças, Antonio Coelho, impediu ações do governo. Segundo ela, “A oposição está tentando tomar o lugar da governadora.”

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