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Pedido urgente para desarmar o Hamas feito pelo representante do Conselho da Paz de Trump

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Nickolay Mladenov, representante especial para Gaza do Conselho da Paz criado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apelou nesta terça-feira (24) para que os países membros do Conselho de Segurança da ONU pressionem o Hamas a entregar suas armas.

“Solicito aos membros do Conselho que utilizem todos os recursos disponíveis para convencer o Hamas e todas as facções palestinas a aceitarem o desarmamento imediato”, declarou o diplomata búlgaro.

Ele acrescentou que, a cada hora e dia que se passam, o impacto humano se agrava e o caminho para uma paz verdadeira e duradoura fica ainda mais comprometido.

Desde outubro de 2025, um cessar-fogo entre Israel e o Hamas tem proporcionado uma redução dos combates em Gaza após dois anos consecutivos de conflito, apesar dos ataques aéreos israelenses continuarem causando vítimas.

A segunda etapa do plano inclui o desarmamento pela parte do Hamas, a retirada gradual do exército israelense e o envio de uma Força Internacional de Estabilização para o território.

No entanto, o Hamas rejeita a ideia de desarmamento nas condições propostas por Israel.

Nickolay Mladenov afirmou que a entrega das armas pelos grupos armados representaria uma mudança crucial para quebrar os ciclos de violência que marcam a vida em Gaza há décadas.

Durante uma sessão dedicada ao tema palestino pelo Conselho de Segurança, o coordenador especial adjunto da ONU para o processo de paz no Oriente Médio, Ramiz Alakbarov, expressou profunda preocupação diante do aumento dos conflitos na Cisjordânia.

Ele destacou a crescente quantidade e a gravidade dos ataques promovidos por colonos, que em vários casos são realizados nas proximidades de — e até com apoio de — forças de segurança israelenses, contribuindo para o deslocamento de comunidades palestinas.

Antes da reunião, um conjunto de nove países membros do Conselho expressou seu repúdio aos ataques violentos contínuos cometidos por colonos contra civis palestinos. Os países que manifestaram essa posição foram Bahrein, Dinamarca, França, Grécia, Letônia, Paquistão, Somália e Reino Unido.

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