Notícias Recentes
Pessoas protestam no Recife contra o PL da Dosimetria
Pessoas se reuniram na tarde desta quinta-feira (8), no Recife, para lembrar os acontecimentos do dia 8 de janeiro de 2023. O protesto aconteceu na esquina da Rua 7 de Setembro com a Avenida Conde da Boa.
Durante a manifestação, críticas foram direcionadas ao PL da Dosimetria, além de palavras contra a anistia e contra o ex-presidente dos EUA, Donald Trump.
Participaram do evento dirigentes, líderes sindicais e estudantis, além dos políticos como os deputados estaduais João Paulo (PT) e Dani Portela (PSOL), a senadora Teresa Leitão (PT) e outras autoridades.
João Paulo questionou a ausência dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), no ato convocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para vetar o PL da Dosimetria, destacando que esta omissão demonstra o comprometimento fraco deles com os cargos que ocupam.
Dani Portela falou sobre um plano descoberto pela Polícia Federal para assassinar o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do STF Alexandre de Moraes, ressaltando que o ocorrido em 8 de janeiro foi uma tentativa séria de golpe.
A senadora Teresa Leitão evidenciou a relevância simbólica do veto presidencial feito no dia 8, comentando também sobre a ausência dos presidentes da Câmara e do Senado, que segundo ela, pode indicar que eles optaram por não acompanhar a decisão.
Ela ainda expressou esperança de que o Congresso mantenha o veto, dando oportunidade para quem votou a favor do projeto se redimir, e destacou a importância da mobilização popular para isso.
Quanto à Venezuela, os manifestantes criticaram a ação dos Estados Unidos de sequestrar o ex-ditador Nicolás Maduro, ação ordenada por Donald Trump sob a acusação de envolvimento com drogas, acusação esta retirada posteriormente. Também criticaram a motivação econômica dos EUA na invasão para controlar a venda de petróleo.
Dani Portela classificou a intervenção dos EUA como uma agressão à América Latina e afirmou que a resistência contra essas intervenções continuará.
João Paulo destacou o histórico de interferência dos EUA na América Latina, citando o golpe militar de 1964 como exemplo, e disse que ações como a de Trump incentivam pressões externas em países com menor poder militar, que se defendem com sua força bélica e armamento nuclear.

Você precisa estar logado para postar um comentário Login