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Petrobras amplia frota para aumentar transporte de gás

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A Petrobras e sua subsidiária de logística, Transpetro, planejam investir R$ 2,9 bilhões na construção de cinco navios para transporte de gás, além de 18 barcaças e 18 empurradores. Com essas novas embarcações, a frota de navios de gás da Transpetro saltará de seis para quatorze unidades, triplicando assim a capacidade atual de transporte de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e seus derivados.

Segundo a Petrobras, o investimento visa diminuir a dependência de navios alugados, proporcionando maior flexibilidade e eficiência no transporte de GLP e outros produtos. Além disso, os novos navios de gás terão uma eficiência energética até 20% melhor, reduzirão as emissões de gases de efeito estufa em 30% e poderão operar em portos com sistemas eletrificados.

As barcaças e empurradores representam a entrada da Transpetro na navegação interior, que inclui águas protegidas ou parcialmente protegidas, como rios, lagos, canais, baías e lagoas. Com essas embarcações, a empresa terá uma frota própria para abastecer polos estratégicos localizados em cidades como Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ), Santos (SP), Paranaguá (PR) e Rio Grande (RS).

Programa Mar Aberto

Essas embarcações fazem parte do Programa Mar Aberto, um projeto dedicado à renovação e ampliação da frota do Sistema Petrobras. Os contratos para construção dessas embarcações serão assinados em uma cerimônia no Rio Grande (RS), com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O Programa Mar Aberto prevê investimentos estimados em US$ 6 bilhões entre 2026 e 2030, o que equivale a cerca de R$ 32 bilhões. O plano inclui a construção de 20 navios para cabotagem, além de 18 barcaças e 18 empurradores, além do aluguel de 40 novas embarcações de apoio para renovar a frota que atende as operações de exploração e produção.

As embarcações que serão construídas a partir dos contratos assinados operadas pela Transpetro serão fabricadas em estaleiros localizados em três estados: no Rio Grande do Sul, o Estaleiro Rio Grande será responsável pelos navios gaseiros; no Amazonas, o Bertolini Construção Naval da Amazônia ficará encarregado das 18 barcaças; e em Santa Catarina, a Indústria Naval Catarinense construirá os 18 empurradores.

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