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Senado dividido, mas líder afirma que Jorge Messias terá votos para STF
Jaques Wagner, líder do governo no Senado, reconheceu nesta quinta-feira, 8, que não há ainda um acordo na Casa para aprovar o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar da falta de consenso, Wagner acredita que Messias conseguirá o apoio necessário para ocupar a cadeira deixada por Luís Roberto Barroso.
Para ser nomeado ministro do STF, o indicado pelo presidente da República deve passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois receber ao menos 41 votos dos 81 senadores no plenário.
“Não há acordo formado. Estou buscando os votos, mas creio que ele (Messias) atingirá os votos para ser aprovado”, afirmou Wagner durante evento lembrando os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro.
Jorge Messias foi nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 20 de novembro para assumir a vaga de Barroso. A indicação contudo gerou descontentamento no presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que apoiava o nome do senador Rodrigo Pacheco para o cargo.
Lula anunciou Messias sem consultar Alcolumbre, que reagiu marcando a sabatina do advogado-geral na CCJ para 10 de dezembro.
Devido à oposição, o presidente não enviou ao Senado a mensagem oficial com a indicação de Messias, documento essencial para o andamento formal do processo. Por falta dessa mensagem, a sabatina foi postergada.
O governo espera remarcar a sabatina para o começo de fevereiro de 2026, após o recesso parlamentar.

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