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Senado mantém voto para presos provisórios

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Quando o Estado se torna um cabide político, quem sofre é a população. Deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) comenta leilão nos Correios que visa cobrir déficit.

O Senado bloqueou uma iniciativa da Câmara que retirava o direito de voto de presos provisórios, deixando a votação desse grupo mantida. Essa decisão, contrária à emenda aprovada por ampla maioria dos deputados federais, foi apoiada pelo PT e seus aliados, e contrariou uma maioria conservadora da Câmara que tomou posição lembrando que a maioria dos presos vota no Lula (PT).

O projeto Antifacção foi alterado para permitir novamente o direito de voto dos presos provisórios, sendo que a Câmara planeja reverter essa decisão. Os parlamentares que defendem o texto original acreditam que o projeto ajudará a acabar com campanhas eleitorais dentro dos presídios.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) é o autor da proposta original da Câmara, celebrada em novembro.

Apesar da alteração, o Senado continua como um obstáculo, permitindo que o eleitorado petista entre os presos mantenha seu direito ao voto, com exceção dos condenados com trânsito em julgado.

Além disso, o Supremo Tribunal Federal prepara-se para analisar um projeto que permite salários acima do teto constitucional para elites do serviço público no Legislativo. O presidente da corte, ministro Edson Fachin, marcou a decisão para 25 de fevereiro, o que poderá poupar o presidente Lula do desgaste de uma decisão direta sobre o veto.

Lula tem até 15 dias úteis após o recebimento do projeto para decidir sobre o veto, período que coincidirá com o julgamento do STF. Evitar conflito com a Câmara é fundamental para aprovar projetos eleitorais neste semestre, como o fim da escala 6×1.

Na política, a música “Meu Amigo Flávio”, do comediante Murilo Couto, viralizou como uma piada entre apoiadores do Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chegando a se tornar trending topic.

O Partido Liberal (PL) também entrou na brincadeira, enquanto o senador Carlos Viana (Pode-MG), presidente da CPMI do INSS, destaca que a comissão defende quem não possui lobby ou acesso a advogados caros.

O deputado Flávio Bolsonaro também adotou a piada para ressaltar seu compromisso em tornar o Brasil um ambiente seguro para empreendedores, contrastando com o recorde de falências em 2025 sob o governo Lula.

Discussões sobre comunicação do governo ocorreram após uma postagem da Casa Civil que depreciava salários acima de R$5 mil, a qual foi removida rapidamente para evitar problemas jurídicos.

No judiciário, a criminosa Suzane von Richthofen, condenada por matar os pais, foi nomeada inventariante de uma fortuna estimada em cerca de R$5 milhões, decisão da Justiça de São Paulo.

No Tribunal de Contas da União, espera-se o parecer técnico sobre a liquidação do Banco Master esta semana, com voto do ministro Jhonatan de Jesus previsto para março.

No Rio Grande do Sul, o Progressistas abandonou a aliança com o PSD e apoia a candidatura do PL, com Luciano Zucco concorrendo ao governo estadual.

Por fim, uma questão polêmica permanece: presos condenados podem votar em candidatos descondenados?

Poder sem Pudor

Uma anedota ilustra a política: certa vez, o então governador Luiz Antônio Fleury foi confundido por uma criança com vários políticos adversários, até que a criança o definiu como “Suplicy”, mostrando a percepção popular sobre figuras políticas.

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