Economia
Silveira discute cooperação com Grupo Sany na China
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, visitou nesta segunda-feira, 19, o Grupo Sany, na China, para conversar sobre possibilidades reais de cooperação e planejar reuniões institucionais entre representantes da empresa, o presidente Lula e o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
Conforme informado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), também foram abordadas questões sobre a participação da multinacional chinesa em um evento dedicado à indústria de óleo, gás e mineração no Vale do Aço, em Minas Gerais, programado para fevereiro.
Silveira foi recebido por Chen Jiayuan, membro do Conselho de Administração do Grupo Sany, e por Alex Xiao, presidente da Sany Brasil. O MME destacou que as oportunidades específicas de cooperação provavelmente estão relacionadas à implantação de uma nova fábrica no Brasil, focada na produção, montagem e distribuição de equipamentos para os setores de construção pesada, mineração, óleo, gás, energia e armazenamento elétrico. No momento, apenas conversas preliminares foram informadas.
O projeto em análise prevê investimentos que podem transformar o Brasil em um centro industrial e tecnológico da Sany para a América Latina. Isso fortaleceria cadeias produtivas nacionais, promoveria transferência de tecnologia, capacitação profissional, além de gerar empregos e aumentar a renda, conforme destacado pelo ministério.
O Grupo Sany é conhecido por sua atuação em máquinas pesadas, equipamentos para mineração, eletrificação de operações industriais e sistemas de armazenamento de energia por baterias (BESS), entre outros. Estas tecnologias estão alinhadas ao leilão de baterias que o Governo do Brasil planeja realizar nos próximos meses, reforçando a previsibilidade regulatória e a atratividade do ambiente de negócios no país.
Silveira continuará sua agenda oficial no exterior até domingo, 25. Após compromissos em Riade, na Arábia Saudita, ele seguiu para Xangai, na China, onde também fará uma visita institucional ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco do Brics.

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