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Starmer acompanha riscos econômicos da guerra no Oriente médio
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, declarou nesta segunda-feira (9) que está acompanhando de perto os riscos econômicos provocados pelo conflito no Oriente Médio, em meio ao aumento dos preços dos combustíveis fósseis e preocupações de uma possível crise financeira significativa.
“Quanto mais tempo isso durar, maior será a chance de a nossa economia, a vida diária das pessoas e as empresas serem afetadas,” afirmou Starmer.
“Nosso papel é antecipar esses efeitos, projetar o futuro, monitorar os riscos envolvidos e colaborar com outros parceiros,” completou.
A ministra britânica das Finanças, Rachel Reeves, está em contato diário com o Banco da Inglaterra para garantir que as medidas corretas sejam tomadas para se precaver diante dessa situação, segundo Starmer.
Reeves participou nesta segunda de uma reunião de ministros das Finanças do G7, na qual pode ser discutida a possibilidade de usar reservas estratégicas de petróleo para tentar conter a alta dos preços do barril, que sofreu aumento em razão da guerra iniciada há pouco mais de uma semana no Oriente Médio.
Starmer também citou as conversas frequentes com autoridades americanas, ressaltando que, apesar das críticas anteriores do ex-presidente Donald Trump sobre a recusa de usar bases militares britânicas para ataques iniciais contra o Irã, as discussões ocorrem em diversos níveis diariamente.
“Nossas conversas com os colegas americanos acontecem constantemente, todos os dias. Essa é a característica da nossa relação,” disse Starmer, que no domingo manteve seu primeiro telefonema com Trump desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.
Mesmo assim, Starmer enfatizou que as decisões acerca do que é mais relevante para o Reino Unido são responsabilidade do primeiro-ministro britânico.


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