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STF reavalia pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro devido a saúde
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou novamente ao Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido para que ele cumpra prisão domiciliar, citando a necessidade de cuidados médicos especiais.
Na petição, é destacado que ele enfrenta diversas condições de saúde graves que requerem monitoramento constante e complexo, o que poderia ser melhor administrado fora do ambiente prisional convencional.
Por outro lado, um laudo recente da Polícia Federal (PF) indica que a situação clínica do ex-presidente é estável, não demandando internação hospitalar e permitindo que ele permaneça no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, onde está detido desde 15 de janeiro.
Esse documento do Instituto Nacional de Criminalística foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, que solicitou a avaliação para considerar a admissibilidade do pedido de prisão domiciliar.
Embora Bolsonaro apresente múltiplos problemas de saúde, incluindo doenças cardiovasculares, respiratórias, gastrointestinais, metabólicas e neurológicas, esses quadros estão controlados e não configuram, segundo a perícia, impedimento para ele permanecer no ambiente prisional atual.
O pedido foi protocolado no mesmo dia em que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, teve uma série de reuniões no STF, incluindo um encontro com o ministro Alexandre de Moraes. Essas reuniões também incluíram ministros como Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Gilmar Mendes.
Recentemente, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também esteve em conversas com o ministro Gilmar Mendes, solicitando uma atenção especial para a situação do ex-presidente, expressando o desejo de cuidar pessoalmente dele devido às suas condições de saúde que dificultam o cumprimento da prisão em regime fechado.
Essas iniciativas ocorreram após Bolsonaro ter sofrido uma queda em sua cela enquanto ainda estava na Superintendência da Polícia Federal, o que aumentou as preocupações sobre seu estado clínico.

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