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Teerã está sem protestos; clérigo do Irã pede execuções
Enquanto o Irã experimenta uma calma tensa após uma série de protestos que foram duramente reprimidos, um importante clérigo conservador fez um apelo nesta sexta-feira (16) pela aplicação da pena de morte contra os manifestantes presos e fez uma ameaça direta ao presidente dos EUA, Donald Trump. Isso revela a forte indignação que toma conta das autoridades iranianas.
A repressão intensa, que resultou na morte de milhares de pessoas, parece ter conseguido colocar um fim aos protestos iniciados em 28 de dezembro de 2025, motivados pela crise econômica no país e que acabaram desafiando diretamente o regime teocrático.
Em Teerã, não há registros de protestos há vários dias, com o comércio e a vida cotidiana aparentando ter retornado ao normal, apesar de um apagão na internet que já dura uma semana. Até o momento, não foram reportadas manifestações em outras regiões do Irã.
Segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, sediada nos EUA, o número de mortos já chega a 2.797, e essa contagem continua crescendo.
Reza Pahlavi, príncipe herdeiro exilado do Irã, pediu aos Estados Unidos que cumpram suas promessas de intervenção, chamando Donald Trump de “um homem de palavra”.
*Este conteúdo foi traduzido com auxílio de inteligência artificial, revisado e editado pela redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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