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Valdemar chama Michelle de fenômeno e revela que Bolsonaro não queria candidatura dela

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O Valdemar Costa Neto, presidente do PL, descreveu a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) como um verdadeiro “fenômeno político”. No entanto, informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não desejava que ela disputasse um cargo executivo.

Esta declaração foi dada durante uma entrevista no programa Canal Livre, da Band, na noite anterior. Dentro do bolsonarismo, Michelle teve o apoio de Valdemar e outras figuras, como o pastor Silas Malafaia, para concorrer ao cargo de vice-presidente ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O Bolsonaro nunca desejou que ela ocupasse um cargo executivo porque ela nunca teve mandato nem experiência política, então ele achava difícil que ela assumisse uma posição executiva“, explicou.

Ele acrescentou que Michelle é uma figura de destaque comparável a Lula, Bolsonaro e Tarcísio, destacando seu papel de liderança no PL Mulher e sua contribuição para a política feminina.

“Hoje, ela enfrenta desafios pessoais complexos, preparando refeições para o marido, que está preso”, comentou Valdemar. Sobre as futuras candidaturas, confirmou que Michelle deve concorrer ao Senado pelo Distrito Federal pelo PL.

No Distrito Federal, o partido também apoia a deputada federal Bia Kicis (PL-DF). Essa configuração política exclui o governador Ibaneis Rocha (MDB), que pretende ser candidato ao Senado, e a vice-governadora Celina Leão (PP) como sua sucessora.

Cenário político em Minas Gerais

Na entrevista, Valdemar falou sobre o posicionamento do PL em Minas Gerais, onde o vice-governador Mateus Simões (PSD) planeja concorrer ao governo estadual, com apoio esperado do PL, que também deseja espaço para indicar um candidato ao Senado.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou interesse em lançar o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) para a reeleição, além de considerar a candidatura do presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, como um outsider na disputa estadual.

“É interessante acompanhar a complexidade da política em Minas, especialmente considerando que Mateus Simões é do PSD e o partido pode apoiar o governador do Paraná, Ratinho Júnior, para presidente da República, causando possíveis disputas internas”, refletiu Valdemar.

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