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Vereador e esposa são achados mortos em casa no Paraná

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Alerta: o texto a seguir aborda temas delicados como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você está passando por essa situação ou conhece alguém que esteja, ligue 180 e denuncie.

A reportagem também trata de temas como suicídio e transtornos mentais. Se você enfrenta problemas emocionais, veja ao final onde buscar apoio.

O vereador Gilmar Frigo (PSD), 45 anos, e sua esposa Clarice Sartoro Frigo, 47 anos, foram encontrados mortos no domingo, dia 15, dentro da residência onde moravam na zona rural de Boa Vista da Aparecida, no Paraná, conforme informou a Polícia Civil estadual.

A prefeitura local foi contactada pelo Estadão, mas não respondeu até a publicação desta matéria.

Conforme as primeiras investigações, a polícia suspeita de um possível feminicídio seguido de suicídio. A suspeita é de que o vereador tenha tirado a vida da esposa e depois a própria.

Gilmar Frigo exercia mandato na Câmara dos Vereadores até 2028. Clarice era professora da rede municipal e funcionária pública.

A Polícia Civil do Paraná apontou que abrirá inquérito para apurar todos os detalhes do ocorrido.

Boa Vista da Aparecida está localizada a cerca de 100 km de Cascavel e possui quase 8 mil habitantes. A economia local é centrada na agricultura, destacando-se a soja, milho e trigo.

Onde buscar ajuda

Se você sofre com problemas emocionais ou conhece alguém que precisa de apoio, veja os serviços disponíveis:

  • Centro de Valorização da Vida (CVV): oferece apoio emocional gratuito 24 horas por dia, via telefone 188, e-mail ou chat no site.
  • Canal Pode Falar: iniciativa do Unicef para escuta de jovens e adolescentes de 13 a 24 anos, via WhatsApp, de segunda a sexta das 8h às 22h.
  • SUS: os CAPS oferecem atendimento para transtornos mentais, com unidades específicas para crianças e jovens, conforme disponibilidade local.
  • Mapa da Saúde Mental: disponibiliza informações sobre serviços de saúde mental e materiais de orientação.

Nota da redação: O suicídio é uma questão de saúde pública. Embora antes evitássemos abordar o tema, a crescente incidência de casos, inclusive entre crianças e adolescentes, exige que a pauta seja discutida com cuidado para prevenção. O jornalismo responsável pode ajudar oferecendo esperança e reduzindo estigmas, promovendo um diálogo aberto e construtivo. Seguimos orientações de especialistas ao relatar casos e discutir o fenômeno.

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