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Adasa autoriza ampliação do racionamento de água no DF para dois dias

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Medida tem caráter apenas de permissão, ficando a cargo da Caesb decidir quando põe em prática. Portaria foi publicada nesta sexta.

Margem da barragem do Descoberto com 11,7% de água, em imagem da última terça (16) (Foto: Pedro Ventura/GDF/Divulgação)

Margem da barragem do Descoberto com 11,7% de água, em imagem da última terça (16) (Foto: Pedro Ventura/GDF/Divulgação)

“A Adasa avaliará mensalmente as condições climáticas, o volume do reservatório, o consumo de água, e as vazões dos afluentes tributários do reservatório” e ainda poderá fazer ajustes neste prazo de corte de água.

No dia 18 deste mês,  a Caesb já está com o plano para o racionamento de dois dias pronto, mas sem data.

A portaria foi publicada no Diário Oficial. Na mesma edição, a agência também libera de R$ 6,25 milhões da tarifa de contingência para que a Caesb possa fazer obras a fim de captar água do volume morto da bacia do Descoberto.

Para isso, a Caesb deverá apresentar à Adasa em até dez dias um cronograma de implantação para explorar o volume morto, que garante na prática mais 10% de “reserva” no reservatório.

Outros R$ 15 milhões foram liberados pela Adasa para que a Caesb conclua obras em curso, como estações elevatórias e adutoras.

A taxa extra na conta de água permitiu à companhia arrecadar R$ 62 milhões, entre outubro de 2016 e junho deste ano.

Nesta quinta, o Descoberto estava em 10,5% da capacidade. Já o reservatório de Santa Maria estava em 25,2% do volume útil. A medição é feita todos os dias às 13h30.

O presidente da Adasa, Paulo Salles, explica situação crítica dos reservatórios

O presidente da Adasa, Paulo Salles, explica situação crítica dos reservatórios

Dias ímpares

A Adasa também impôs restrições em sistemas de água que abastecem o reservatório do Descoberto (rio Descoberto, córrego Chapadinha, córrego Olaria, córrego Capão Comprido, ribeirão Rodeador e ribeirão das Pedras). Só poderá haver captação de água nesses locais em dias ímpares.

Quase lá

Segundo a Caesb, a estação de tratamento emergencial do Lago Paranoá está mais perto de funcionar a pleno vapor. Em 9 de outubro, ela captava 300 litros por segundo. A meta é ao final captar 700 litros por segundo. Atualmente, ela está operando em um nível intermediário, de 450 litros de água por segundo.

“A gente está fazendo os últimos ajustes, seguindo o protocolo”, afirmou o presidente da empresa, Maurício Luduvice. “Com uma estação deste tamanho, não se pode começar já em plena carga. A gente se preocupa com a qualidade da água e a confiabilidade do sistema, garantido que possa trabalhar 24 horas por dia e ainda distribuir.”

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