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Ricardo Rocha nega convite para ministério dos Esportes após anúncio de Daciolo
Após o anúncio feito pelo ex-deputado federal e pastor evangélico Cabo Daciolo, indicando que Ricardo Rocha seria seu nome para comandar o Ministério dos Esportes, o ex-jogador da Seleção Brasileira esclareceu que não aceitou tal convite.
Cabo Daciolo ingressou no partido Mobiliza para oficializar sua candidatura à Presidência, oito anos depois de sua primeira tentativa.
O lançamento da pré-candidatura e a participação de Ricardo Rocha foram divulgados por Daciolo em suas redes sociais, junto ao presidente nacional da sigla, Antônio Carlos Massarolo, e outros membros da legenda.
No entanto, no sábado seguinte, Ricardo Rocha usou sua conta no Instagram para agradecer o interesse em seu nome e enfatizar que não recebeu nenhum convite formal, mencionando que a foto compartilhada foi apenas um encontro espontâneo entre torcedores do Vasco.
Ele comentou ainda que recebeu convites de outros candidatos, mas seu foco atual está voltado à sua imagem, à expansão de seu trabalho com palestras e às oportunidades comerciais, especialmente com a aproximação da Copa do Mundo de 2026.
Confira a declaração oficial de Ricardo Rocha:
“Agradeço com respeito as recentes menções ao meu nome. Importante esclarecer que não houve convite formal algum. Durante esse período, recebi várias propostas de outros candidatos, que tratei com o devido respeito, mas decidi não seguir adiante com nenhuma delas.
Meu foco agora é preservar minha imagem, ampliar meu trabalho em palestras e aproveitar as oportunidades comerciais, especialmente com a Copa do Mundo de 2026 se aproximando.
O encontro registrado em foto foi um momento espontâneo entre vascaínos, sem qualquer desdobramento além disso.
Desejo sucesso a todos os envolvidos. Seguimos com respeito, trabalho e propósito.
Abraço forte,
Xerife, Ricardo Rocha“
Sobre a pré-candidatura de Daciolo
Na sexta-feira, ao compartilhar sua ficha de filiação ao partido Mobiliza, Cabo Daciolo publicou o lema “Cabo Daciolo 2026” e mencionou um versículo bíblico: “quando os justos governam, o povo se alegra”. Este anúncio ocorre oito anos após sua primeira candidatura à Presidência, em 2018, quando Jair Bolsonaro foi eleito.
Naquele período, Daciolo conquistou popularidade entre os eleitores com seu conhecido bordão “Glória a Deus” e sua postura pautada em princípios cristãos, sempre levando uma Bíblia aos debates. Ele terminou em sexto lugar, com 1,26% dos votos válidos, superando nomes como Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede) e Álvaro Dias (Podemos).
Buscando uma nova disputa pelo Planalto neste ano, Daciolo enfrentará concorrentes que também disputam o voto evangélico, como o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ele afirmou: “Lutaremos pela soberania nacional. Basta de imperialismo dos Estados Unidos e da China. Sou nacionalista, trabalhista e patriota.”
Indicação de Ricardo Rocha
Cabo Daciolo indicou Ricardo Rocha para assumir o Ministério dos Esportes no caso de sua vitória. O ex-zagueiro esteve na Seleção Brasileira quando o país conquistou o tetracampeonato na Copa do Mundo de 1994, além de ter sido capitão do Vasco entre 1994 e 1996.


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