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Terapias nutricionais: qualidade de vida para quem trata de doenças raras e câncer

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A manutenção do estado nutricional dos pacientes está entre um dos principais fatores de bem-estar e sobrevida de quem trata de doenças raras e também de câncer.

O bem-estar, a qualidade de vida, a resposta ao tratamento e a sobrevida do paciente estão totalmente associados ao estado nutricional, pois pacientes desnutridos têm qualidade de vida reduzida, estado funcional alterado, menor tolerância ao tratamento e maior tempo de recuperação quando comparados a pacientes bem nutridos.

As terapias nutricionais personalizadas, grandes aliadas no combate ao câncer e diversas doenças raras, podem ser consideradas como esperança de vida para muitas pessoas que fazem tratamentos contínuos. Esse suporte nutricional atua para fortalecer o sistema imunológico, minimizaros efeitos colaterais dos medicamentos, e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Esse tipo de tratamento traz resultados tão positivos, que é

defendido pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica como parte integrante do protocolo oncológico, devendo ser fornecidocomo parte dos cuidados padrão”, explica o médico nutrólogo Dr. Matheus Caputo, diretor do HDia, hospital referência em diagnóstico e tratamento de desnutrição associada a doenças raras, doenças metabólicas, doenças crônicas, doenças autoimunes, desnutrição de pacientes oncológicos, dentre outras.

“O metabolismo da pessoa com alguma dessas doenças encontra-se desregulado. Esse paciente entra em estado de desnutrição e acaba não resistindo não apenas pela ação da doença, mas pelo quadro de desnutrição”, relata Caputo.

O câncer, por exemplo, altera os hábitos fisiológicos e normais de vida em um paciente, comprometendo o estado nutricional. A desnutrição e a perda de tecido adiposo e músculo ósseo ocorrem em cerca de 80% dos pacientes oncológicos, e estudos apontam que até 20% das mortes de pacientes oncológicos podem ser atribuídos às consequências da desnutrição, e não à doença de fato.

Já a síndrome do intestino curto é um transtorno de má absorção de nutrientes. Ela pode afetar a absorção dos macronutrientes,como proteínas, carboidratos, gorduras, ou micronutrientes como vitaminas e minerais, provocando assim excreção fecal excessiva, deficiências nutricionais e sintomas gastrointestinais.

O HDia possui um Centro de Reabilitação Intestinal e Nutricional, na Terapia Nutricional Enteral (por sonda) e parenteral (via endovenosa).

“Atuamos no diagnóstico preciso, no acolhimento e na provisão da sobrevida do paciente. Atualmente é comum vermos esse tipo de tratamento em hospitais, mas muitos pacientes que não estão hospitalizados necessitam deles, principalmente que sejam administrados de forma personalizada, a fim de manter o padrão nutricional e melhorar a qualidade de vida”, explica a diretora-executiva do HDia, Luciana Rodriguez.

O Hospital conta com uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, que atua no cuidado integral e contínuo em Terapia Nutricional, no âmbito hospitalar, ambulatorial e domiciliar.

Tipos de terapias nutricionais

Terapia oral: Administração de nutrientes por meio de suplementos nutricionais prontos para o uso, via oral.

Terapia enteral: Administração de nutrientes pelo trato gastrointestinal, através de um tubo, sondas ou ostomias, localizadas no tubo digestivo.  É utilizada quando o paciente não pode ou não deve se alimentar por via oral ou quando a ingestão oral é insuficiente.

Terapia parenteral: A terapia nutricional parenteral acontece pela veia, quando o trato gastrointestinal está indisponível ou quando a necessidade nutricional não pode ser atendida de forma completa pelo trato gastrointestinal (via oral/enteral).

As dietas imunomoduladoras

Fórmulas enterais hiperproteicas e com nutrientes com atividade imunomoduladora, como: arginina, ácidos graxos ômega-3 e nucleotídeos têm sido associadas à redução de complicações pós-operatórias e no tempo de internação hospitalar.14 Isso porque: 15

Arginina: atua na reparação tecidual e resposta imunológica; 
Ácidos graxos n-3: melhoram a resposta inflamatória e imunológica; 
Nucleotídeos: essenciais para a rápida proliferação tecidual e imunidade celular. 
Proteína: importante na reparação do tecido e melhora do sistema imunológico, além de contribuir para a prevenção de perda de massa muscular.

Saiba mais sobre o HDia

Hospital pioneiro em Reabilitação Nutricional do DF

Referência em Terapia Nutricional Enteral e Parenteral

Referência em cuidados a pacientes com Doenças Raras (Genéticas, Metabólicas e Autoimune)

Referência no Suporte Nutricional especializado para pacientes Oncológicos e com Doenças inflamatórias intestinais (Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa)

Hospital credenciado eferenciado pela Novartis para realizar a aplicação do medicamento Zolgesma, para tratamento daAME.

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