Conecte Conosco

Mundo

Candidata colombiana de direita denuncia ameaça de morte

Publicado

em

Paloma Valencia, candidata presidencial de direita na Colômbia, revelou nesta segunda-feira (27) que o governo colombiano a alertou sobre um plano para assassiná-la, supostamente articulado por guerrilheiros dissidentes das Farc, responsáveis pelos ataques fatais contra civis recentes.

A violência aumentou consideravelmente no país a menos de um mês das eleições de 31 de maio, após a pior onda rebelde dos últimos trinta anos. Entre sexta e domingo, uma bomba e outros ataques no sudoeste da Colômbia resultaram em 21 mortes.

Paloma Valencia disse ter sido informada pelo ministro da Defesa, pelo ministro do Interior e pelo chefe da polícia nacional que um grupo narcoterrorista estabeleceu uma recompensa para eliminá-la. A candidata, que ocupa a terceira posição nas pesquisas, é herdeira política do ex-presidente Álvaro Uribe (2002–2010).

Segundo ela, um membro dissidente do Estado-Maior Central (EMC) das Farc recebeu cerca de 561 mil dólares (R$ 2,8 milhões) para cometer o assassinato.

Além de Valencia, outros concorrentes principais também relataram ameaças de morte recentemente.

Paloma Valencia é uma crítica severa ao primeiro governo de esquerda na Colômbia, liderado pelo presidente Gustavo Petro, acusando-o de ser negligente perante os grupos armados.

O bloco da oposição argumenta que as fracassadas negociações de paz do atual governo com as organizações armadas favoreceram o fortalecimento desses grupos.

Valencia declarou: “A Colômbia não pode prosseguir sob um governo que se tornou cúmplice do narcoterrorismo e que aplicou essa ‘paz total’, algo que beneficiou os criminosos, mas custou caro aos colombianos”.

Clique aqui para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe um Comentário

Copyright © 2024 - Todos os Direitos Reservados