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Lula aponta Tarcísio, Ratinho, Zema e Caiado como concorrentes para 2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou em reunião ministerial nesta quarta-feira (17), os governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Ratinho Junior (Paraná), Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás) como possíveis rivais na corrida presidencial de 2026. Ele também afirmou que ordenou estudos sobre os programas sociais implementados por eles em seus estados.
“Já solicitei uma análise das políticas sociais dos nossos possíveis concorrentes: do Tarcísio, do Zema, do Caiado, do Ratinho… As políticas sociais que foram feitas em seus estados. Honestamente, comparados a nós, não alcançaram o mesmo impacto”, declarou Lula.
Ao iniciar a reunião, o presidente enviou uma mensagem ao Centrão, ressaltando que os partidos deverão decidir a qual lado estarão nas eleições de 2026.
No governo, existem 39 ministros indicados por dez partidos, inclusive o PT. Entre as legendas do alto escalão, encontram-se partidos do Centrão que ainda não escolheram se apoiarão Lula, como o PSD de Gilberto Kassab; o Republicanos, partido do governador Tarcísio de Freitas, e o MDB. Já o União Brasil, de Antônio Rueda, saiu do governo, mas mantém influência em duas pastas através do presidente do Senado, Davi Alcolumbre: Telecomunicações e Integração Nacional.
Lula afirmou aos ministros: “O próximo ano será decisivo, pois não só estaremos na disputa, como cada ministro e partido deverá participar do processo eleitoral e definir seu posicionamento. Será inevitável que todos exponham claramente suas propostas para conquistar eleitores. Temos uma força significativa”.
Em seguida, destacou os investimentos feitos por bancos públicos, afirmando que “há décadas eles não tinham a capacidade de investimento que dispõem atualmente”.
Lula reiterou que 2026 será o ‘ano da verdade’, pretendendo comparar os resultados de sua gestão aos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ele ressaltou a importância de a população compreender o que aconteceu no país durante o governo anterior, mencionando que ainda não conseguiram apresentar uma narrativa eficaz para isso.
O presidente citou avanços do seu governo, como a queda do desemprego e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, mas reconheceu que esses bons indicadores ainda não refletem nas pesquisas de opinião, devido à polarização política.


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