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Economia

Conflitos recentes no Oriente Médio

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Catar alertou sobre o risco de um “conflito congelado” na região do Golfo, destacando a possibilidade de uma situação sem resolução.

O Bahrein condenou cinco pessoas à prisão perpétua por colaboração com o Irã visando a realização de “atos terroristas”, conforme anunciado pela Procuradoria-Geral.

Em declaração nesta terça-feira (28), uma porta-voz do setor militar do Irã afirmou que os Estados Unidos não têm mais condições de ditar políticas a outros países independentes.

De acordo com a empresa de rastreamento marítimo Kpler, um navio carregado de gás natural liquefeito (GNL) atravessou o Estreito de Ormuz. Este navio, medindo 290 metros, iniciou sua viagem a partir da ilha de Das, nos Emirados Árabes Unidos.

O Exército israelense anunciou a evacuação de vilarejos no sul do Líbano, medida que geralmente antecede ataques aéreos na região.

David Barnea, diretor do Mossad, elogiou as operações realizadas no Irã e no Líbano, descrevendo-as como “revolucionárias” e celebrando os êxitos de seus agentes.

Os preços do petróleo subiram, influenciados pela expectativa em relação à avaliação do então presidente dos EUA, Donald Trump, sobre uma proposta iraniana que poderia reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar o conflito.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, declarou que os Estados Unidos estão analisando uma nova proposta do Irã para encerrar a guerra, a qual foi encaminhada a mediadores no Paquistão.

Um balanço revisado divulgado pela televisão estatal IRIB apontou que o bombardeio de uma escola iraniana no primeiro dia de conflito resultou na morte de 155 pessoas, incluindo 120 crianças.

Os ataques israelenses no sul do Líbano causaram a morte de quatro pessoas e ferimentos em 51, incluindo três crianças, segundo informações do Ministério da Saúde libanês.

O chefe do Estado-Maior de Israel, tenente-general Eyal Zamir, declarou que é provável que o Exército israelense esteja envolvido em combates em múltiplas frentes em 2026, dado o contexto de conflito contínuo.

O chefe da agência marítima da ONU, Arsenio Domínguez, declarou que não há fundamentos legais para a cobrança de taxa pelo trânsito no Estreito de Ormuz, contrariando a intenção do Irã de implementar tal pedágio.

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