Mundo
Conflitos recentes no Oriente Médio
Civis israelenses ficaram feridos após um drone lançado pelo Hezbollah cair em território israelense, conforme informou o Exército de Israel. Apesar da trégua vigente desde meados de abril, os confrontos entre Israel e o grupo Hezbollah continuam intensos.
Donald Trump, presidente dos EUA, e Xi Jinping, líder chinês, concordaram durante encontro em Pequim que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir a livre circulação de energia no mundo, informou a Casa Branca.
Um navio, que partiu dos Emirados Árabes Unidos, foi tomado por indivíduos não autorizados enquanto estava ancorado próximo a Fujairah e segue agora em direção às águas iranianas, segundo aviso do centro britânico UKMTO.
O Exército israelense anunciou uma nova série de ataques contra o Hezbollah no sul do Líbano e recomendou que moradores de cerca de 10 vilarejos deixem a região com antecedência dos bombardeios.
No último ataque, pelo menos 22 pessoas morreram no sul do Líbano, conforme dados do Ministério da Saúde libanês, embora uma trégua esteja em vigor desde 17 de abril.
As autoridades dos Emirados Árabes Unidos negaram rumores sobre uma visita secreta do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu ao país, rumores esses que indicavam uma suposta recepção pelo presidente xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan.
No Irã, dois homens foram executados, um acusado de ligação com a inteligência israelense, Mossad, e outro por matar um policial durante protestos, segundo informações oficiais e organizações de direitos humanos.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, declarou que o Irã tem o direito de responder após a detenção de quatro iranianos no Kuwait, que teriam confessado vínculos com a Guarda Revolucionária Iraniana, porém essas acusações foram negadas pelos iranianos.
Uma porta-voz do Exército do Irã destacou que o controle estratégico do Estreito de Ormuz pode trazer benefícios econômicos significativos para o país e fortalecer sua posição na arena internacional. A rota marítima é vital, pois transporta cerca de 20% do petróleo mundial, e seu bloqueio desde o início da crise no Oriente Médio tem causado impacto nos mercados globais.

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