Centro-Oeste
DF atualiza valores de serviços funerários e cemiteriais pelo IPCA
A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) anunciou uma atualização nos valores dos serviços de cemitérios, cremação e produtos funerários. Essa mudança foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal nesta terça-feira (28).
A Portaria nº 369, emitida em 24 de abril de 2026, determinou o reajuste das taxas cobradas pelos serviços de cemitérios e cremação. O aumento foi baseado na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre março de 2025 e fevereiro de 2026, totalizando 3,812500%. Esse reajuste está previsto no contrato entre o Governo do Distrito Federal e a empresa Campo da Esperança Serviços Ltda, passando a valer a partir da data de publicação.
Os serviços contemplados pelo reajuste incluem o aluguel de jazigos, o uso de capelas, sepultamentos, cremações e manutenção dos locais, entre outros. O reajuste é regulado por critérios técnicos definidos no processo licitatório e compara os preços com os praticados em outras regiões do país, garantindo benefício financeiro para o Distrito Federal.
Outra atualização foi feita pela Portaria nº 298, de 31 de março de 2026, que estabeleceu os preços máximos para produtos e serviços funerários como urnas, enfeites, transporte e atendimento às famílias. O reajuste aplicado foi de 5,477190%, conforme a variação do IPCA de abril de 2024 a março de 2025, seguindo o decreto nº 28.606/2007.
A Subsecretaria de Assuntos Funerários (Suaf), vinculada à Sejus-DF, é responsável por fiscalizar esses serviços no Distrito Federal. O órgão acompanha o funcionamento dos seis cemitérios públicos locais e das 42 funerárias credenciadas na região.
As tabelas com os novos valores estão disponíveis para consulta no site oficial da Sejus-DF.
Para esclarecimentos, a população pode entrar em contato com a Subsecretaria de Assuntos Funerários por telefone ou e-mail, além do atendimento presencial de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Estação Rodoferroviária de Brasília.
Também é possível registrar demandas pela Ouvidoria do governo, pelo telefone 162 ou presencialmente no mesmo local.

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